- Música de Natal: Faroeste Caboclo. Legião Urbana.




E João aceitou 
sua proposta
E num ônibus entrou no
Planalto Central
Ele ficou bestificado
com a cidade
Saindo da rodoviária,
viu as luzes de Natal


"Meu Deus, 
mas que cidade linda,
No Ano-Novo eu 
começo a trabalhar"
Cortar madeira, 
aprendiz de carpinteiro
Ganhava cem mil por mês
em Taguatinga

"Meu Deus, mas que cidade linda..."

- Eu acho a Esplanada dos Ministérios linda, linda, linda. Mas também acho um abuso o que se gasta de energia e lâmpadas pra fazer a decoração de Natal.
- Entretanto, nesse ano, confesso, um passeio especial por lá deixou tudo mágico... 
- O Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, postou uma foto dessas luzes brasilienses no twitter. Eu tinha que postar aqui a imagem que ele divulgou. 
- A vida é isso. O que dá sentido a tudo não é nada mais, nada menos que o olhar da gente.

@mauriciodesousa 
  http://twitpic.com/u31xg - na esplanada dos ministérios, em brasilia, as luzes do natal...




- Lago Norte. Dia 15 de dezembro. Final do dia.

- Depois de apararem a grama do confortável bairro Lago Norte, em Brasília, trabalhadores tiram suas roupas da lida em plena rua, enquanto um caminhão os aguarda para levá-los de volta.



- Um ano depois, a dor continua para parentes de vítimas de trânsito.

IMPORTANTE

ANTES DE LER A MATÉRIA ABAIXO, LEIA ESSE COMENTÁRIO, DEIXADO AQUI NO BLOG PELA ROSANE, MÃE DO PAULO EM 25 DE JANEIRO DE 2011 
[comentário original no rodapé desse post]


Eu sou Rosane a mãe do Paulo.Gostaria de corrigir:o autor do atropelamento não é reu primário,tem uma condenação em sua ficha criminal,não colaborou com a polícia pois foi encontrado graças a nossa iniciativa e a colaboração da população de Brasília que se dispôs a dar pistas sôbre onde ele se encontrava escondendo seu carro amassado e não está sendo julgado por homicídio ninguém sabe porquê.O autor está sendo julgado por omissão de socorro e evazão do local.Gostaria de saber quantos outros filhos ainda correrão risco com um irresponsável ao volante como ele.Gostaria de saber porquê o Detran ainda não tirou sua carteira de motorista...e sim, gostaria de saber porquê tirar a vida de alguém parece tão banal...
Enfim é verdade...meu filho sempre foi um anjo do bem...
Obrigada pelo espaço para o comentario...caminhem com cuidado..."o acaso vai me protejer..." será? 







Passar pela Quadra 5 do Park Way, na rua que dá acesso ao Setor Arniqueiras, causa uma sensação de tristeza e revolta para a família da veterinária Rosane D’aqui, 54 anos. Há exatamente um ano, o caçula Paulo Henrique D’aqui Velloso, 22, foi atropelado no local ao voltar para casa, perto da meia-noite. O motorista do carro fugiu sem prestar socorro(1). O corpo de Paulo ficou no local por quatro horas até ser avistado por um entregador de jornal. Naquela época, Rosane montou uma força-tarefa para encontrar o motorista foragido: distribuiu panfletos na região e colocou faixas em volta da pista. Quase um mês depois, o técnico em informática Nemésio da Rocha Fonseca Júnior, 46, se apresentou à 21ª Delegacia (Taguatinga). Ontem, ao completar um ano da tragédia, as faixas voltaram ao local. Desta vez, pedindo punição ao responsável, que está livre, à espera do julgamento. 

Vestindo blusa branca com um pequeno laço azul — cor favorita de Paulo —, Rosane se emociona ao lembrar do acidente. Ela não conseguiu trabalhar durante o dia de ontem. Ao fim da tarde, participou de uma celebração ecumênica na Legião da Boa Vontade (LBV), cercada de familiares e amigos próximos ao rapaz. “Tem um orelhão aqui perto, um posto policial também. Por que o motorista não avisou à polícia ou aos bombeiros, mesmo sem se identificar? Quanto tempo será que meu filho demorou para morrer? Ele deve ter sentido muita dor. A negligência é um crime muito grave, na minha opinião”, desabafou. Em 2008, outro filho de Rosane também sofreu um acidente de carro. “Mas dele eu pude cuidar.” 

 - ()
Chovia muito na noite do atropelamento. Paulo havia cumprido todas as tarefas do dia e voltava de ônibus para casa. Pela manhã, o jovem cursava o primeiro semestre do curso de administração em uma faculdade de Taguatinga. De lá, seguia para o escritório de advocacia onde trabalhava como auxiliar administrativo. Em 10 de dezembro do ano passado, Paulo ainda ligou para a mãe por volta das 23h30, avisando-a que estava a caminho de casa. A mãe não poderia buscar o filho na parada de ônibus, como fazia em dias de chuva, porque estava na casa de uma amiga no Plano Piloto. O ponto de desembarque do transporte público fica na Estrada Parque Vicente Pires, que liga a EPTG ao Núcleo Bandeirante. Dali, Paulo andaria cerca de 1,5 km até a residência em uma rua iluminada, mas sem acostamento ou calçada.

Ao chegar em casa, Rosane viu que o filho não estava lá e ficou preocupada. Depois de vários telefonemas sem resposta, os outros filhos saíram em busca do irmão. Passaram pelo local do acidente, mas não viram o corpo de Paulo, que estava no meio do mato, próximo à cesta de lixo da entrada de um condomínio. Quando o jornaleiro avisou à polícia, a família ficou dilacerada.

Falta de visibilidade 
Sem testemunhas, a única pista material era o retrovisor direito do carro encontrado no local. A perícia da Polícia Civil identificou que a peça pertencia a um Corsa Wind verde. Em 8 de janeiro deste ano, Nemésio da Rocha Fonseca Júnior se apresentou à polícia. Segundo a investigação, o motorista teria alegado falta de visibilidade por causa da chuva. E, depois da colisão, teria ido até a casa de um parente, onde tomou remédio para se acalmar.

Morador de Arniqueiras, Nemésio foi indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar) e pode pegar até três anos de detenção. Mas há um agravante: como ele fugiu sem prestar socorro, a pena pode aumentar em um terço ou até a metade. Como é réu primário e colaborou com a apuração policial ao se apresentar voluntariamente, Nemésio — que não foi encontrado ontem para dar entrevista — se livrou da prisão preventiva. Ou seja: ele aguarda o julgamento em liberdade. Daí parte a indignação da família de Paulo. As faixas com frases de dor voltaram ao local do atropelamento: “Saudades! Aqui, o abandono do rapaz atropelado há um ano. Pedestre, cuidado! O motorista continua dirigindo”. A família, agora, exige que a morte de Paulo não fique impune.


No Código 
Classifica-se como omissão de socorro, de acordo com o artigo 135 do Código Penal, deixar de prestar assistência — quando possível fazê-lo sem risco pessoal — a criança abandonada ou extraviada e a pessoa inválida, ferida, desamparada ou em iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública. A pena prevista varia de um a seis meses de detenção, ou multa. Mas a punição pode ser aumentada se a lesão for grave ou em casos de morte.

Criança em estado grave
Uma menina de 3 anos foi atropelada ontem em Vicente Pires e está gravemente ferida. Ela atravessava sozinha a Rua 5, quando foi atingida pelo Logus, de placa KAW 4756 (DF) conduzido por Thiago Alves Rodrigues, 21. Por volta das 15h, os pais da criança, Gustavo Leal, 22, e Catilene Venâncio (idade não informada), estavam um de cada lado a pista — ele à direita, ela à esquerda. A menina Ana Luíza, que segurava a mão da mãe, se soltou e correu em direção ao pai.

Após o choque, a vítima foi atendida no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, em seguida, transportada de helicóptero para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Exames constataram traumatismo craniano, e a garota segue internada.

Testemunha do acidente, Marcos Carvalho, 33, contou que o motorista do carro freou três vezes antes do atropelamento. Segundo Marcos, a garota se assustou com a primeira brecada, enquanto atravessava e tentou se afastar do veículo, sem sucesso. O condutor estava acompanhado do irmão de 14 anos no carro.

À polícia, Thiago Rodrigues alegou que o pai chamou a filha para o outro lado e ela teria atravessado sem olhar os veículos da pista. “Ele chamou a criança e mãe não segurou a mão dela”, disse. De acordo com o delegado-adjunto da 38ª DP (Vicente Pires), Tamis Queiroz, “o motorista alega que vinha em velocidade moderada”. Os resultados da perícia devem revelar a velocidade do carro na via, de até 50km/h. Os pneus imprimiram marcas de frenagem por 35m da pista, segundo peritos. Thiago deve ser indiciado por lesão corporal grave ou, caso Ana Luíza não resista aos ferimentos, por homicídio culposo (sem intenção de matar).

- É um pássaro? É um avião? NÃO! É O PHOTOMAN!

- Uma das criaturas mais incríveis do DF é o Photoman.Visite o blog dele.
http://the-photoman.blogspot.com/


- Mulher que caiu em bueiro será indenizada por GDF e Píer 21.

Fonte Dzai

O Governo do Distrito Federal (GDF) e o Píer 21 foram condenados a indenizar em mais de R$ 15 mil uma mulher que se acidentou na calçada próxima ao estacionamento do shopping. De acordo com a ação, no dia 18 de dezembro de 2001 a consumidora caminhava à noite, em direção ao carro, no estacionamento do Píer 21. Na calçada havia um bueiro com a tampa quebrada.

No depoimento à justiça, a mulher contou que, como estava escuro e sem qualquer sinalização, caiu no bueiro e machucou a perna direita. Os ferimentos a impediram de se locomover por 45 dias, o que a obrigou a se afastar das aulas e do trabalho. Além disso, a consumidora precisou se submeter a várias cirurgias que a deixaram com uma grande cicatriz na lateral da coxa direita. Ela pediu indenização por danos morais, materiais e estéticos.

Em defesa, o GDF considerou que cabia ao shopping fazer a manutenção da área adjacente ao estacionamento. Já o Píer 21 afirmou que o acidente ocorreu fora de suas dependências, em estacionamento público, e que por isso não era responsável pela área.

No entanto, o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública do DF não acolheu os argumentos dos acusados. Para ele, ambos foram omissos no dever de executar a manutenção e conservação dos passeios de pedestres, garantindo a mobilidade e acessibilidade para todos os usuários. Segundo o magistrado, o GDF deveria fiscalizar e zelar pela manutenção de calçadas — “seja por razões de ordem urbanística ou de outra qualquer”. Em relação ao shopping, o juiz afirmou que a construção e conservação de calçadas são impostas aos proprietários de imóveis pelas regras que regulam a urbanização das cidades.

Inconformados, o GDF e o Píer 21 recorreram da decisão. Porém, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) manteve a sentença, aumentando o valor da indenização por danos morais de R$ 5 mil para R$ 10 mil. O TJDFT também condenou ambos a desembolsarem R$ 150, por danos materiais — relativos às despesas com medicamentos (efetivamente comprovadas) —, e mais R$ 5 mil por danos estéticos, por conta da cicatriz na perna da consumidora.

- Do Twitter.

@cortezrafa to no hotel mais antigo de Brasilia, que foi projetado pelo Niemeyer... E tenho certeza que eu vi o espírito do JK no hall c/ umas correntes

@cortezrafa a euforia com o hotel em Brasilia já acabou. Volto a ter a triste constatação dessa cidade qdo estou aqui: não gosto de Brasilia...

@mrrobinson2 @cortezarafa Brasilia:reta,projetada, fria,seca,clara,louca,cheia de arte. Please,não a limite em políticos corruptos (tds d outros estados).

- Tem fog no cerrado.

- Este é o Genaro Jazz Burguer Café que fica na 114 Norte.
- É virado para a quadra residencial, na esquina do bloco A, se é que dá pra imaginar uma esquina em Brasília. 
- Uma idéia que veio de Londres, cidade onde o dono, que tem o mesmo nome, Genaro, conhece bem.
- A trilha, as opções e os preços são great.
- Dica: Jamaica Jazz Chicken, 19 reais. Peito de frango temperado com pimenta jamaicana, queijo de cabra gratinado e chutney de frango. A taça de vinho do Concha y Toro sai por 8 reais.
- Nenhuma palavra aqui no blog poderá traduzir a experiência de descobrir esse cantinho na capital do Brasil.
- TEM QUE IR LÁ!
- O Genaro pede companhia bacana. "Alguém" ou amigos que tenham cabeça aberta e curtam as coisas boas, simples e descoladas da vida.

 







Para saber mais sobre menu, preços e a história do lugar:

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