Acervo de museu em Nova York terá tótens das superquadras brasilienses

Link para o MoMa aqui: 
http://www.moma.org/collection/object.php?object_id=160411


Correio Gizella Rodrigues  29/12/2012

 (Zuleika de Souza/CB/D.A Press)

 Mais do que orientação para brasilienses e turistas, uma obra de arte. Uma placa da sinalização urbana de Brasília agora integra o acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), um dos mais conceituados do mundo. Considerada uma importante peça do design internacional, um totem igual ao instalado na entrequadra comercial 107/108 Sul poderá ser apreciado por visitantes do espaço nova-iorquino em 2015.

A peça já faz parte da coleção do museu norte-americano, mas ainda não foi exposta ao público. Ela deve ser exibida com outras obras modernistas brasileiras, em uma mostra prevista para entrar em cartaz daqui a dois anos e que incluirá esboços dos prédios de Oscar Niemeyer em Brasília. Desenhadas por uma equipe brasiliense, coordenada pelo arquiteto Danilo Barbosa, as placas do DF são as mesmas desde 1976, quando o Plano Diretor de Sinalização da capital foi elaborado. 

Uma Faixa de Pedestres que acende.




via Dia Mundial Sem Carros DF


IBM Flashing Zebra Crossing


18 dez’12Postado por  em ComportamentoFast Posts

Essa foi a ideia da IBM na Holanda para incentivar de forma criativa ainda mais o uso desse item de segurança pela população.
Será que uma ideia dessas aqui no Brasil daria certo? Já que infelizmente muitas pessoas – e motoristas – não respeitam as faixas de pedestres…

Haendel Dantas

Moradores de rua são presos no DF por ocupação de terra pública e poluição.


18/12/2012 via Correio Braziliense


Onze moradores de rua que viviam em uma invasão, em área conhecida como Colina, próxima à Universidade de Brasília (UnB), foram presos nesta terça-feira (18/12) acusados de ocupação de terra pública, crime contra o ordenamento urbano e poluição.

De acordo com o delegado Waldek Fachinelli, a maioria dos moradores foi levada para a 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) durante a manhã, sendo que oito homens e duas mulheres, identificados como proprietários de barracos na região, foram presos.

Fachinelli explicou que a Polícia Civil já havia registrado ocorrências graves na invasão, como homicídio e estupro de uma criança de 10 anos, além de tráfico de drogas. “O pessoal que tem problema com a lei no Entorno do Distrito Federal (DF) ocupa aquela região, mas a maioria tem moradia em Planaltina de Goiás ou Luziânia”, contou.

Ainda segundo o delegado, peritos constataram poluição no local, em razão do acúmulo de detritos levados pelos moradores de rua. Foi identificado risco de aumento de casos de dengue e circulação de ratos na região. A maioria das pessoas levadas para a delegacia declara ser catadora de latas e de outros materiais.

Em razão da soma dos crimes, nenhum dos 11 presos poderá pagar fiança para deixar a delegacia. Também não há prazo para que o Judiciário analise cada caso e autorize a libertação dos acusados para que possam responder aos crimes em liberdade. De acordo com Fachinelli, a Polícia Civil tentou acionar órgãos do governo do DF para o que chamou de “retirada administrativa” das pessoas que vivem na invasão, mas não houve resposta.

O defensor público Eduardo Buchepeche acompanhou a prisão dos moradores de rua e disse que vai entrar com um pedido de habeas corpus. Segundo ele, a defensoria acompanha a comunidade que vive na Colina desde julho deste ano e entende que o problema na região é de ordem social, não criminal.

“São pessoas que não têm onde morar e que trabalham com reciclagem”, disse. “Não é por aí que se trata um problema que existe em todo o país, que é a falta de moradia”, completou. Buchepeche destacou que a Defensoria Pública não foi procurada pela Polícia Civil para tratar do caso.

Uma das pessoas presas na operação de hoje é Luiz Monteiro da Silva, 52 anos. Na semana passada, a equipe de reportagem da Agência Brasil acompanhou a entrega da certidão de nascimento ao morador de rua que, há mais de 22 anos, teve os documentos queimados durante uma abordagem policial. “Agora, ele vai ter dificuldade para arrumar um emprego por ter passagem pela polícia”, avaliou o defensor público.

Alguém mais ouviu falar sobre isso? Vi no blog Ambiente e Transporte. Comentário, correção, informação: por favor,compartilhe.


Desaba a Primeira Passarela do Corredor de Ônibus do Gama e Santa Maria
Foto de Adauto Cruz / CB, mostrando o dia seguinte: uma carreta foi atingida, mas o motorista escapou com pequenos ferimentos. E se houvesse pedestres?

              O desabamento da passarela de pedestres sobre o corredor de ônibus do Gama / Santa Maria / Plano-Piloto acende a luz vermelha sobre a qualidade técnica desse projeto. O Governo do Distrito Federal chama esse projeto de corredor de ônibus pelo nome de "BRT Eixo Sul". 
             Mas na verdade é apenas uma  caríssima duplicação desnecessária de rodovia para que ônibus com portas no lado esquerdo possam parar.
             Os custos dessa duplicação fazem do corredor de ônibus Gama / Santa Maria / Plano-Piloto o corredor mais caro do Brasil: mais de R$ 530 milhões para asfalto, alguns pontos de ônibus e algumas passarelas de pedestres para 33 km. Justamente nessa 2a feira, durante uma chuva à tarde, uma passarela de metal e concreto desabou sobre a rodovia. (...)

Do blog Ambiente e Transporte.

Niemeyer 4 kids : )

"The Five Most Delicious Designs From Architizer’s Gingerbread Competition: http://bit.ly/Ub4a6z "

do Architizer 


Sergio Sampaio. Brasília.




"Zeca Baleiro recuperou músicas perdidas de Sérgio Sampaio, o mais "maldito" dos artistas da MPB dos anos 70. Comparando-se com Sampaio, Raul Seixas se considerava careta.

Se há um músico brasileiro que merece o adjetivo "maldito" é o capixaba Sérgio Sampaio. Descoberto por Raul Seixas, em 1972, Sampaio emplacou seu único sucesso nacional, com Eu quero botar o meu bloco na rua. Além de um álbum com Raul Seixas, Miriam Batucada e Edy Starr, ele fez um compacto de dois LPs. Problemas pessoais, mau relacionamento com gravadoras, escantearam Sérgio Sampaio para a margem do show business. No início de 1994, ele pretendia gravar Cruel, seu primeiro CD, pelo selo paulistano Baratos & Afins. Em maio, Sérgio Sampaio morreu em conseqüência de uma pancreatite.
Em 1997, Zeca Baleiro foi um dos artistas que participaram do CD-tributo Balaio do Sampaio. Sérgio Natureza (amigo e parceiro de Sérgio Sampaio) passou para Baleiro um cassete com oito composições inéditas para que ele escolhesse uma para gravar. Zeca Baleiro preferiu cantar Tem que acontecer, que dá nome ao segundo LP de Sérgio Sampaio. A participação no disco fez com que ele fizesse amizade com Ângela, ex-mulher, e João, filho de Sérgio Sampaio. Dela recebeu a fita original do disco que o artista deixou incompleto.
Fã de Sampaio, que conheceu quando ainda vivia em São Luís (pediu-lhe uma entrevista para uma revista que ajudava a editar), Zeca Baleiro saiu em busca de canções perdidas do ídolo. Nos arquivos de Ângela encontrou velhos cassetes, quase inutilizados. Deles conseguiu resgatar outras 12 músicas. Mais uma canção foi descoberta. Estava na entrevista que Sérgio Sampaio enviara para a revista, e que continuava inédita (o cantor demorou a responder, e a revista saiu sem a entrevista). Uma canção chamada Maiúsculo, gravada na casa da mãe de Sampaio, em Cachoeiro do Itapemerim (mesma cidade de Roberto Carlos).
Resumo: 14 dessas canções inéditas de Sérgio Sampaio foram restauradas, instrumentos foram adicionados, e, produzido por Zeca Baleiro, Cruel, o terceiro álbum de Sérgio Sampaio, finalmente chega às lojas, pelo selo Saravá Discos, criado pelo próprio Baleiro.

DISCO -- As canções deste CD são as mais bem-acabadas de Sérgio Sampaio, que em suas composições dos anos 70 fazia uma espécie de tropicalismo defasado (influência que se estendia à sua forma de cantar, muito em cima dos maneirismos de Caetano Veloso). Harmônica e melodicamente ele também havia evoluído da simplicidade dos acordes perfeitos das primeiras composições.
O que permaneceu foi a poesia contundente, inquieta e confessional: "Eu vejo mofo verde no meu fraque/e as moscas mortas no conhaque/que herdei dos ancestrais/e as hordas de demônios quando eu durmo/infestando o horror noturno/dos meus sonhos infernais", versos de Roda morta, que denunciam suas leituras dos Rimbaud, Baudelaire e Augusto dos Anjos.
A produção é muito boa, deixa o cantor e seu violão bem na frente, e os instrumentos adicionados, colorindo as canções com sutilezas (tocam entre outros, Bocato, Marcos Sacramento, Tuco Marcondes e Lui Coimba). Não esperem os que cultuam Sérgio Sampaio a facilidade de uma Meu bloco na rua (feita para o Festival Internacional da Canção de 1972). As melodias são discretas, dividindo-se entre baladas, Em nome de Deus, ou sambas cadenciados, Polícia, bandido, cachorro, dentista (uma das melhores faixas do disco).
Algumas canções têm som precário, Zeca Baleiro ressalta no encarte o valor documental deste lançamento. Uma destas é Cruel, a faixa-título. Porém a maioria é de boa qualidade, e aponta para um artista que atingiu a maturidade artística, porém tardiamente, numa época em que, mesmo que não vivesse à margem da sociedade, a indústria do disco mudou tanto que dificilmente ele conseguiria novamente a fugaz popularidade que desfrutou há 34 anos.
JOSÉ TELES"

dica do daniel


Vergonhaaaaa de você, Brasília, quando o seu apocalipse motorizado domina !!!!!!!

Um amigo, voltando do Pão de Açúcar ontem, ao passar na Faixa de Segurança (FAIXA DE SEGURANÇA! VEJA BEM! A MESMA QUE FAZ BRASÍLIA FAMOSA!), um motorista BÊBADO não parou e atropelou o pai dele, um senhor de 65 anos. Nem imagino o que seja testemunhar essa cena horrível. Ele não fraturou nada por sorte, mas está sem conseguir andar direito, sem consegui mexer o braço... CHEGA DISSO, POR FAVOR! CHEGA! MAIS AMOR, MENOS MOTOR! DETALHE: JÁ TINHAM APREENDIDO A CARTEIRA DO TAL MOTORISTA ÀS 15H NUMA BLITZ! O ATROPELAMENTO FOI ÀS 17H! Parece que o motorista era de outro estado (Mato Grosso) e estava com amigos de Brasília, que vinham dirigindo logo atrás! GENTE!!! AMIGOS??? QUE TIPO DE AMIGOS APOIAM ESSE TIPO DE ATITUDE?????


Shhhhhhhh....

SQF - Carnaval Silencioso 2012 - Convocação
Andaime Companhia de Teatro

Flashes de Brasília. Tchau, Niemeyer. By Táxi.






















Falando em Niemeyer, aqui vai uma homenagem necessária a Lucio Costa.

Do Blue Bus - Por Jayme Serva
7 novembro



"Neste day-after, em que todas as homenagens foram feitas a Oscar Niemeyer – merecidas e talvez mesmo insuficientes – é preciso corrigir um erro que se comete toda vez que se fala sobre a participaçao do velho arquiteto no projeto de Brasília – Brasília nao é um projeto de Niemeyer. Brasilia é um projeto de Lucio Costa. Sequer é dos dois, como muita gente também acha. Coube a Oscar Niemeyer projetar as edificaçoes do centro cívico da Capital – a Catedral, os palácios do Planalto, do Itamarati, da Justiça e o Congresso Nacional. Mesmo neles, a ideia do “centro fora do centro”, dos palácios contrastando com o cerrado, já estava na proposta original de Lucio Costa.
É importante destacar isso, nao apenas por justiça histórica, mas para entender o papel que Lucio Costa teve na internacionalizaçao da arquitetura brasileira – e do próprio Niemeyer. Filho de almirante, Lucio passou a infância e a adolescência fora do Brasil, entre a Inglaterra e a Suíça. Falava fluentemente inglês e francês e, com isso, tornou-se a ponte entre o nascente modernismo brasileiro, de que ele foi pioneiro, com os arquitetos de fora. O maior deles à época, Le Corbusier, veio ao Rio a convite de Lucio, como consultor no projeto do Ministério da Educaçao e da Saúde, hoje Palácio Gustavo Capanema. O jovem arquiteto Oscar Niemeyer fazia parte da equipe de Lucio e fez ali as primeiras travessuras. A primeira experiência internacional de Niemeyer foi como co-autor do projeto do pavilhao do Brasil na Feira Mundial de Nova Iorque, com Lucio Costa.
O maior feito de Lucio Costa nao foi Brasília. Foi mostrar ao mundo a arquitetura brasileira, quando nem se imaginava haver arquitetura no Brasil. De certa forma, a maior obra de Lucio Costa foi Oscar Niemeyer ;) "

Asa Morte. Da banda Cidade Cemitério. De Brasília.

Ouça aqui

"vivo num mundo fantasma 
segregado e desumano 
tudo em seu lugar 
mas algumas coisas nunca terão lugar

nas ruas dessa cidade cemiterio
o silêncio é ensurdecedor

setorizada, esquadrinhada
dilacerada, estraçalhada
asa morte

não sei explicar
mas nessa cova rasa
me sinto em casa"

A pé na 405 Norte.


A pé na UnB.


A pé na 202 Norte.


A pé na W3 Sul.



Na rodoviária interestadual de Brasília um pão de queijo sai praticamente 4 reais.

No site Brasília 2014, quem se informa sobre a Copa fica sabendo que a Rodoviária Interestadual de Brasília é assim:
 Terminal Rodoviário de Brasília é uma das mais modernas estações de embarque e desembarque interestadual do Brasil. Situada às margens da Via Epia, tem 20 mil metros quadrados de área construída, com base nos conceitos da arquitetura sustentável. Para garantir mais segurança e conforto aos passageiros, o consórcio responsável pela obra investiu num sistema operacional semelhante ao dos aeroportos brasileiros e não economizou em tecnologia. (...) A obra custou cerca de R$ 55 milhões ao consórcio Novo Terminal
Entre os serviços prestados aos passageiros-cidadãos, o texto lista os seguintes benefícios:
Comércio
Cafés, lanchonetes, restaurantes, locadora de automóveis, lojas de presente, joalheria, sorveteria, loja de moda íntima, livraria, revistaria e lotérica. (...)
Serviços
Sanitários e fraldário gratuitos, serviço de banho com sabonete e toalha inclusos (por R$ 6,00), bicicletário, carrinhos gratuitos para transporte de bagagens, guarda-volumes (R$ 3,00 por oito horas). (...)
No site Rodoviária Online, a descrição é assim:
Para aumentar o conforto e a praticidade a todos os usuários, a estação rodoviária possui diversas vantagens. Começando pelas lojas, lanchonetes e restaurantes que tornam as viagens mais agradáveis e vendem comida de qualidade aos turistas e moradores de Brasília.
Hoje pela manhã uma amiga passou por lá pra dar carona a um amigo e descobriu que um pão de queijo pequeno custa R$ 3,80. Se estiver com fome, as únicas opções são restaurantes fast food, como Subway e Burger King.  O café com leite sai por R$ 5,00. Minha amiga viu esta cena:
A Casa do Pão de Queijo é a única opção de lanche. 
Uma moça de uns 20 anos se aproximou do balcão, de moletom gasto, calça jeans e havaianas.
- Oi, moço. Quanto é o pão de queijo?
- Três e oitenta.
- Três e oitenta?
- Sim, três e oitenta. 
Ela não comprou.
Minha amiga quase se ofereceu para pagar, mas achou que poderia ser constrangedor para a moça. Acabou comentando a cena com o vendedor:
- Moço, sei que não é sua culpa, mas que absurdo esse preço! E não há opções mais baratas! Também acho super caro esse pão de queijo. E quem viaja de ônibus a gente supõe que não tem essa grana toda. 
-  Concordo com a senhora. Aqui tudo tá muito caro.
Não sei se aqueles vendedores de suco, fatia de bolo, salgadinho, que ficavam próximos à saída dos ônibus, ainda estão por lá. Alguém sabe? Mas ainda assim: só seria possível ter acesso a esse lanche mais barato no embarque. Isso já foi pauta na imprensa, mas parece que as reclamações da população continuam sendo ignoradas. 
Aqui uma denúncia sobre isso do jornal Alô Brasília, publicada no dia 23 de novembro.  A reportagem faz parte de uma série que está sendo realizada pelo jornal sobre a nova rodoviária. Abaixo, um trechinho da matéria:
(...) O economista da UnB, Roberto Picitelli, disse que os preços na rodoviária são totalmente exagerados. Para ele, os locais são praticamente exclusivos, fazendo com que a não concorrência dos ambientes aumente a cada dia mais os preços. “Falta ainda muita autoridade para abaixar os preços. Não são todas as pessoas que podem pagar por isso, principalmente as que frequentam a Rodoviária”.
O preço dos lanches na Rodoviária Interestadual e do Aeroporto são bem parecidos. Já na Rodoviária do Plano Piloto, um suco e um salgado saem por R$ 2 – quase um terço do valor praticado nos dois lugares.
Esta reportagem faz parte de uma série que será publicada nos próximos dias pelo Alô Brasília, mostrando a realidade na Rodoviária Interestadual de Brasília. Confira amanhã as dificuldades para embarcar no terminal.


A pé no Eixo.


A pé na passarela.


A pé na passarela em obras.


A pé na 108 Norte.





Convite.

---------- Mensagem encaminhada ----------


Prezados (as) Senhores (as),
Convido a todos e a todas para a 1a Reunião do Movimento de Defesa de Brasília, a ser realizada no dia 21/11/12, Quarta-Feira, às 18:30 horas, na Ala Alexandre Costa, Plenário 09 do Senado Federal.
Após vários acontecimentos que comprometem o futuro e  qualidade de vida, e o desenvolvimento sustentável de Brasília, como por exemplo, a criação da quadra 901 Norte, as alterações do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília- PPCUB, a falta de transparência do GDF em contratos como o da Jurong Consultants e a PPP do Lixo, bem como os truncados processos de participação da população em audiências públicas em que a sociedade civil é usada apenas para legitimar os processos em que as decisões já foram tomadas pelo governo.   
O Movimento de Defesa de Brasília é composto por cidadãos, Movimentos da Sociedade Civil, ONGs, Sindicatos, Partidos Políticos e Parlamentares  que se reunem para unir os movimentos que lutam pela Transparência nos processos decisórios do governo, acesso livre às informações,  transporte público de qualidade e mobilidade sustentável, proteção do Patrimônio Cultural de Brasília e das questões urbanísticas inerentes a sua condição de cidade única e declarada Patrimônio Cultural da Humanidade, a fim de encontrar juntos soluções para as questões que afetam  a população do DF.
Atenciosamente,
Leiliane Rebouças
Contato: ( 61) 9612-9915

De pé de pato em Brasília.



Do Twitter.


A pista de cooper do Paranoá é uma vergonha. Buracos, lixo e despejo de entulho indiscriminado.Quem caminha por lá pode ser chamado d heroi.

Buzina para ciclistas e, por que não, pedestres.


* dica do phillip * aqui

Botão para motoristas, por que não?


Publicado em  por 


A frustrante, mas comum, situação de pedestres, que têm que apertar um botão e esperar vários minutos até que o sinal abra para que possam atravessar uma rua, agora se estenderá aos ciclistas, na ciclovia da Avenida Ipiranga.  Se o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê a preferência da circulação de pedestres e ciclistas sobre o fluxo de veículos automotores por que não existe um único semáforo que permaneça aberto para eles e seja o motorista que tenha que apertar um botão para poder atravessar o cruzamento.
Motoristas já estão acostumados a pressionar botões para acessar garagens comerciais, por que não para atravessar um cruzamento de pedestres ou ciclistas?
Não é  difícil, nem impossível, afinal, motoristas já estão acostumados a apertar os botões da cancelas para acessar estacionamento particulares, como em shopping centers e aeroportos.
A resposta a isso é simples, vivemos em uma sociedade carrocêntrica, onde o fluxo de automóveis é sagrado e onde o governo prefere incentivar a ditadura do automóvel a cumprir as leis.

A pé na trilha dos azulejos.


do Quadrado - Publicado em  por 

A trilha dos azulejos


Estou completamente apaixonada pelo projeto que meus filhos estão seguindo este semestre na escola, A Trilha dos Azulejos.
Iniciativa de uma empresa que investe na educação, no turismo e no patrimônio de Brasília, o programa leva turmas de escolas para seguir a trilha deixada por Athos Bulcão Brasília afora. Igrejinha, Parque da Cidade, Torre de TV, Teatro Nacional… onde quer que Athos tenha deixado uma sementinha, os monitores levam a criançada ir lá colher a arte dele.
Mas a aventura não se resume a um simples passeio. Os monitores explicam o processo de criação dos azulejos de uma maneira viva, interdisciplinar, estimulante. Em pleno foyer do Teatro Nacional, em um exercício lindo que conjuga música e artes visuais, eles conduzem as crianças a visualizar nos azulejos conceitos como repetição e pausas – e entender que pode haver equilíbrio na assimetria.
Mais bacana ainda é que, em uma segunda fase do trabalho, as crianças são estimuladas a percorrer o mesmo caminho de composição estética do artista – cortando, colando, compondo e recompondo com as próprias mãozinhas. Tem que ver a beleza dos painéis coloridos que começam a surgir nos corredores da escola.
Tudo isso sem falar no material de apoio proposto na excursão. Com desenhos lindos e textos super interessantes, as crianças visualizam o mapa da cidade, encontram os lugares dos passeios, refazem os desenhos dos azulejos, pensam sobre patrimônio, arte e a cidade onde vivem.
Não é à toa que o projeto foi premiado pelo Iphan em 2009 como o melhor projeto de educação patrimonial do país. Entusiasmante e inspirador. Maravilhoso que as novas gerações de Brasília possam crescer com a consciência da importância e da beleza da cidade onde vivem.
Bora?
A Trilha dos Azulejos é iniciativa da Tríade Patrimônio, Turismo e Educação, que tem mais um bocado de outros projetos bacanas, de educação e turismo.
O site da Tríade é por aqui.
O blog da Trilha dos Azulejos é por aqui.
Além de escolas, particulares também podem organizar grupos para fazer o passeio – o que pode ser uma excelente pedida para as férias escolares, para grupos de amigos e para quem recebe turistas na cidade, por exemplo. O grupo tem que ter pelo menos 22 pessoas e a inscrição custa R$ 50 por cabeça.
foto: @danicronem

A pé na calçada.


clique na imagem para ampliar e ler


Metrô do DF apresenta problemas e passageiros têm de mudar de trem.


13/11/2012 10h24 - Atualizado em 13/11/2012 10h24


Falha no sistema pneumático foi detectada em um dos trens nesta terça.
Mudança foi na estação Águas Claras e atrasou viagens em 10 minutos.

Do G1 DF
2 comentários
Os passageiros do Metrô que usavam a linha Samambaia –Central tiveram de mudar de trem na estação Águas Claras por volta das 8h desta terça (13) devido a uma falha em uma das composições. O problema  causou uma traso de dez minutos nas viagens.
Segundo o Metrô, uma falha no sistema pneumático, sistema que coordena algumas operações dos vagões, como o abrir e fechar de portas, foi detectado, impossibilitando a continuidade da viagem. O Metrô informou que a troca de trens durou cerca de dez minutos.
Essa é a segunda falha registrada pelo Metrô em dez dias. No último dia 3, um trem ficou parado durante 15 minutos na estação Shopping, após ser constatada a presença de fumaça no piso da composição..
Em outubro, o Metrô teve de ficar parado duas vezes em menos de 24 horas, por queda no sinal da central de controle e por problema na tração.