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via Dia Mundial Sem Carros DF
Uma Faixa de Pedestres que acende.
via Dia Mundial Sem Carros DF
IBM Flashing Zebra Crossing
18 dez’12Postado por Haendel Dantas em Comportamento, Fast Posts
Essa foi a ideia da IBM na Holanda para incentivar de forma criativa ainda mais o uso desse item de segurança pela população.
Será que uma ideia dessas aqui no Brasil daria certo? Já que infelizmente muitas pessoas – e motoristas – não respeitam as faixas de pedestres…
Haendel Dantas
Moradores de rua são presos no DF por ocupação de terra pública e poluição.
Onze moradores de rua que viviam em uma invasão, em área conhecida como Colina, próxima à Universidade de Brasília (UnB), foram presos nesta terça-feira (18/12) acusados de ocupação de terra pública, crime contra o ordenamento urbano e poluição.
De acordo com o delegado Waldek Fachinelli, a maioria dos moradores foi levada para a 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) durante a manhã, sendo que oito homens e duas mulheres, identificados como proprietários de barracos na região, foram presos.
Fachinelli explicou que a Polícia Civil já havia registrado ocorrências graves na invasão, como homicídio e estupro de uma criança de 10 anos, além de tráfico de drogas. “O pessoal que tem problema com a lei no Entorno do Distrito Federal (DF) ocupa aquela região, mas a maioria tem moradia em Planaltina de Goiás ou Luziânia”, contou.
Ainda segundo o delegado, peritos constataram poluição no local, em razão do acúmulo de detritos levados pelos moradores de rua. Foi identificado risco de aumento de casos de dengue e circulação de ratos na região. A maioria das pessoas levadas para a delegacia declara ser catadora de latas e de outros materiais.
Em razão da soma dos crimes, nenhum dos 11 presos poderá pagar fiança para deixar a delegacia. Também não há prazo para que o Judiciário analise cada caso e autorize a libertação dos acusados para que possam responder aos crimes em liberdade. De acordo com Fachinelli, a Polícia Civil tentou acionar órgãos do governo do DF para o que chamou de “retirada administrativa” das pessoas que vivem na invasão, mas não houve resposta.
O defensor público Eduardo Buchepeche acompanhou a prisão dos moradores de rua e disse que vai entrar com um pedido de habeas corpus. Segundo ele, a defensoria acompanha a comunidade que vive na Colina desde julho deste ano e entende que o problema na região é de ordem social, não criminal.
“São pessoas que não têm onde morar e que trabalham com reciclagem”, disse. “Não é por aí que se trata um problema que existe em todo o país, que é a falta de moradia”, completou. Buchepeche destacou que a Defensoria Pública não foi procurada pela Polícia Civil para tratar do caso.
Uma das pessoas presas na operação de hoje é Luiz Monteiro da Silva, 52 anos. Na semana passada, a equipe de reportagem da Agência Brasil acompanhou a entrega da certidão de nascimento ao morador de rua que, há mais de 22 anos, teve os documentos queimados durante uma abordagem policial. “Agora, ele vai ter dificuldade para arrumar um emprego por ter passagem pela polícia”, avaliou o defensor público.
De acordo com o delegado Waldek Fachinelli, a maioria dos moradores foi levada para a 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) durante a manhã, sendo que oito homens e duas mulheres, identificados como proprietários de barracos na região, foram presos.
Fachinelli explicou que a Polícia Civil já havia registrado ocorrências graves na invasão, como homicídio e estupro de uma criança de 10 anos, além de tráfico de drogas. “O pessoal que tem problema com a lei no Entorno do Distrito Federal (DF) ocupa aquela região, mas a maioria tem moradia em Planaltina de Goiás ou Luziânia”, contou.
Ainda segundo o delegado, peritos constataram poluição no local, em razão do acúmulo de detritos levados pelos moradores de rua. Foi identificado risco de aumento de casos de dengue e circulação de ratos na região. A maioria das pessoas levadas para a delegacia declara ser catadora de latas e de outros materiais.
Em razão da soma dos crimes, nenhum dos 11 presos poderá pagar fiança para deixar a delegacia. Também não há prazo para que o Judiciário analise cada caso e autorize a libertação dos acusados para que possam responder aos crimes em liberdade. De acordo com Fachinelli, a Polícia Civil tentou acionar órgãos do governo do DF para o que chamou de “retirada administrativa” das pessoas que vivem na invasão, mas não houve resposta.
O defensor público Eduardo Buchepeche acompanhou a prisão dos moradores de rua e disse que vai entrar com um pedido de habeas corpus. Segundo ele, a defensoria acompanha a comunidade que vive na Colina desde julho deste ano e entende que o problema na região é de ordem social, não criminal.
“São pessoas que não têm onde morar e que trabalham com reciclagem”, disse. “Não é por aí que se trata um problema que existe em todo o país, que é a falta de moradia”, completou. Buchepeche destacou que a Defensoria Pública não foi procurada pela Polícia Civil para tratar do caso.
Uma das pessoas presas na operação de hoje é Luiz Monteiro da Silva, 52 anos. Na semana passada, a equipe de reportagem da Agência Brasil acompanhou a entrega da certidão de nascimento ao morador de rua que, há mais de 22 anos, teve os documentos queimados durante uma abordagem policial. “Agora, ele vai ter dificuldade para arrumar um emprego por ter passagem pela polícia”, avaliou o defensor público.
Alguém mais ouviu falar sobre isso? Vi no blog Ambiente e Transporte. Comentário, correção, informação: por favor,compartilhe.
Desaba a Primeira Passarela do Corredor de Ônibus do Gama e Santa Maria
Foto de Adauto Cruz / CB, mostrando o dia seguinte: uma carreta foi atingida, mas o motorista escapou com pequenos ferimentos. E se houvesse pedestres?
O desabamento da passarela de pedestres sobre o corredor de ônibus do Gama / Santa Maria / Plano-Piloto acende a luz vermelha sobre a qualidade técnica desse projeto. O Governo do Distrito Federal chama esse projeto de corredor de ônibus pelo nome de "BRT Eixo Sul".
Mas na verdade é apenas uma caríssima duplicação desnecessária de rodovia para que ônibus com portas no lado esquerdo possam parar.
Os custos dessa duplicação fazem do corredor de ônibus Gama / Santa Maria / Plano-Piloto o corredor mais caro do Brasil: mais de R$ 530 milhões para asfalto, alguns pontos de ônibus e algumas passarelas de pedestres para 33 km. Justamente nessa 2a feira, durante uma chuva à tarde, uma passarela de metal e concreto desabou sobre a rodovia. (...)
Do blog Ambiente e Transporte.
Mais aqui > http://ambientetransporte.blogspot.com.br/
Niemeyer 4 kids : )
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Sergio Sampaio. Brasília.
"Zeca Baleiro recuperou músicas perdidas de Sérgio Sampaio, o mais "maldito" dos artistas da MPB dos anos 70. Comparando-se com Sampaio, Raul Seixas se considerava careta.
Se há um músico brasileiro que merece o adjetivo "maldito" é o capixaba Sérgio Sampaio. Descoberto por Raul Seixas, em 1972, Sampaio emplacou seu único sucesso nacional, com Eu quero botar o meu bloco na rua. Além de um álbum com Raul Seixas, Miriam Batucada e Edy Starr, ele fez um compacto de dois LPs. Problemas pessoais, mau relacionamento com gravadoras, escantearam Sérgio Sampaio para a margem do show business. No início de 1994, ele pretendia gravar Cruel, seu primeiro CD, pelo selo paulistano Baratos & Afins. Em maio, Sérgio Sampaio morreu em conseqüência de uma pancreatite.
Em 1997, Zeca Baleiro foi um dos artistas que participaram do CD-tributo Balaio do Sampaio. Sérgio Natureza (amigo e parceiro de Sérgio Sampaio) passou para Baleiro um cassete com oito composições inéditas para que ele escolhesse uma para gravar. Zeca Baleiro preferiu cantar Tem que acontecer, que dá nome ao segundo LP de Sérgio Sampaio. A participação no disco fez com que ele fizesse amizade com Ângela, ex-mulher, e João, filho de Sérgio Sampaio. Dela recebeu a fita original do disco que o artista deixou incompleto.
Fã de Sampaio, que conheceu quando ainda vivia em São Luís (pediu-lhe uma entrevista para uma revista que ajudava a editar), Zeca Baleiro saiu em busca de canções perdidas do ídolo. Nos arquivos de Ângela encontrou velhos cassetes, quase inutilizados. Deles conseguiu resgatar outras 12 músicas. Mais uma canção foi descoberta. Estava na entrevista que Sérgio Sampaio enviara para a revista, e que continuava inédita (o cantor demorou a responder, e a revista saiu sem a entrevista). Uma canção chamada Maiúsculo, gravada na casa da mãe de Sampaio, em Cachoeiro do Itapemerim (mesma cidade de Roberto Carlos).
Resumo: 14 dessas canções inéditas de Sérgio Sampaio foram restauradas, instrumentos foram adicionados, e, produzido por Zeca Baleiro, Cruel, o terceiro álbum de Sérgio Sampaio, finalmente chega às lojas, pelo selo Saravá Discos, criado pelo próprio Baleiro.
DISCO -- As canções deste CD são as mais bem-acabadas de Sérgio Sampaio, que em suas composições dos anos 70 fazia uma espécie de tropicalismo defasado (influência que se estendia à sua forma de cantar, muito em cima dos maneirismos de Caetano Veloso). Harmônica e melodicamente ele também havia evoluído da simplicidade dos acordes perfeitos das primeiras composições.
O que permaneceu foi a poesia contundente, inquieta e confessional: "Eu vejo mofo verde no meu fraque/e as moscas mortas no conhaque/que herdei dos ancestrais/e as hordas de demônios quando eu durmo/infestando o horror noturno/dos meus sonhos infernais", versos de Roda morta, que denunciam suas leituras dos Rimbaud, Baudelaire e Augusto dos Anjos.
A produção é muito boa, deixa o cantor e seu violão bem na frente, e os instrumentos adicionados, colorindo as canções com sutilezas (tocam entre outros, Bocato, Marcos Sacramento, Tuco Marcondes e Lui Coimba). Não esperem os que cultuam Sérgio Sampaio a facilidade de uma Meu bloco na rua (feita para o Festival Internacional da Canção de 1972). As melodias são discretas, dividindo-se entre baladas, Em nome de Deus, ou sambas cadenciados, Polícia, bandido, cachorro, dentista (uma das melhores faixas do disco).
Algumas canções têm som precário, Zeca Baleiro ressalta no encarte o valor documental deste lançamento. Uma destas é Cruel, a faixa-título. Porém a maioria é de boa qualidade, e aponta para um artista que atingiu a maturidade artística, porém tardiamente, numa época em que, mesmo que não vivesse à margem da sociedade, a indústria do disco mudou tanto que dificilmente ele conseguiria novamente a fugaz popularidade que desfrutou há 34 anos.
JOSÉ TELES"
dica do daniel
Vergonhaaaaa de você, Brasília, quando o seu apocalipse motorizado domina !!!!!!!
Um amigo, voltando do Pão de Açúcar ontem, ao passar na Faixa de Segurança (FAIXA DE SEGURANÇA! VEJA BEM! A MESMA QUE FAZ BRASÍLIA FAMOSA!), um motorista BÊBADO não parou e atropelou o pai dele, um senhor de 65 anos. Nem imagino o que seja testemunhar essa cena horrível. Ele não fraturou nada por sorte, mas está sem conseguir andar direito, sem consegui mexer o braço... CHEGA DISSO, POR FAVOR! CHEGA! MAIS AMOR, MENOS MOTOR! DETALHE: JÁ TINHAM APREENDIDO A CARTEIRA DO TAL MOTORISTA ÀS 15H NUMA BLITZ! O ATROPELAMENTO FOI ÀS 17H! Parece que o motorista era de outro estado (Mato Grosso) e estava com amigos de Brasília, que vinham dirigindo logo atrás! GENTE!!! AMIGOS??? QUE TIPO DE AMIGOS APOIAM ESSE TIPO DE ATITUDE?????
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