Do Twitter.


A pista de cooper do Paranoá é uma vergonha. Buracos, lixo e despejo de entulho indiscriminado.Quem caminha por lá pode ser chamado d heroi.

Buzina para ciclistas e, por que não, pedestres.


* dica do phillip * aqui

Botão para motoristas, por que não?


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A frustrante, mas comum, situação de pedestres, que têm que apertar um botão e esperar vários minutos até que o sinal abra para que possam atravessar uma rua, agora se estenderá aos ciclistas, na ciclovia da Avenida Ipiranga.  Se o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê a preferência da circulação de pedestres e ciclistas sobre o fluxo de veículos automotores por que não existe um único semáforo que permaneça aberto para eles e seja o motorista que tenha que apertar um botão para poder atravessar o cruzamento.
Motoristas já estão acostumados a pressionar botões para acessar garagens comerciais, por que não para atravessar um cruzamento de pedestres ou ciclistas?
Não é  difícil, nem impossível, afinal, motoristas já estão acostumados a apertar os botões da cancelas para acessar estacionamento particulares, como em shopping centers e aeroportos.
A resposta a isso é simples, vivemos em uma sociedade carrocêntrica, onde o fluxo de automóveis é sagrado e onde o governo prefere incentivar a ditadura do automóvel a cumprir as leis.

A pé na trilha dos azulejos.


do Quadrado - Publicado em  por 

A trilha dos azulejos


Estou completamente apaixonada pelo projeto que meus filhos estão seguindo este semestre na escola, A Trilha dos Azulejos.
Iniciativa de uma empresa que investe na educação, no turismo e no patrimônio de Brasília, o programa leva turmas de escolas para seguir a trilha deixada por Athos Bulcão Brasília afora. Igrejinha, Parque da Cidade, Torre de TV, Teatro Nacional… onde quer que Athos tenha deixado uma sementinha, os monitores levam a criançada ir lá colher a arte dele.
Mas a aventura não se resume a um simples passeio. Os monitores explicam o processo de criação dos azulejos de uma maneira viva, interdisciplinar, estimulante. Em pleno foyer do Teatro Nacional, em um exercício lindo que conjuga música e artes visuais, eles conduzem as crianças a visualizar nos azulejos conceitos como repetição e pausas – e entender que pode haver equilíbrio na assimetria.
Mais bacana ainda é que, em uma segunda fase do trabalho, as crianças são estimuladas a percorrer o mesmo caminho de composição estética do artista – cortando, colando, compondo e recompondo com as próprias mãozinhas. Tem que ver a beleza dos painéis coloridos que começam a surgir nos corredores da escola.
Tudo isso sem falar no material de apoio proposto na excursão. Com desenhos lindos e textos super interessantes, as crianças visualizam o mapa da cidade, encontram os lugares dos passeios, refazem os desenhos dos azulejos, pensam sobre patrimônio, arte e a cidade onde vivem.
Não é à toa que o projeto foi premiado pelo Iphan em 2009 como o melhor projeto de educação patrimonial do país. Entusiasmante e inspirador. Maravilhoso que as novas gerações de Brasília possam crescer com a consciência da importância e da beleza da cidade onde vivem.
Bora?
A Trilha dos Azulejos é iniciativa da Tríade Patrimônio, Turismo e Educação, que tem mais um bocado de outros projetos bacanas, de educação e turismo.
O site da Tríade é por aqui.
O blog da Trilha dos Azulejos é por aqui.
Além de escolas, particulares também podem organizar grupos para fazer o passeio – o que pode ser uma excelente pedida para as férias escolares, para grupos de amigos e para quem recebe turistas na cidade, por exemplo. O grupo tem que ter pelo menos 22 pessoas e a inscrição custa R$ 50 por cabeça.
foto: @danicronem

A pé na calçada.


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Metrô do DF apresenta problemas e passageiros têm de mudar de trem.


13/11/2012 10h24 - Atualizado em 13/11/2012 10h24


Falha no sistema pneumático foi detectada em um dos trens nesta terça.
Mudança foi na estação Águas Claras e atrasou viagens em 10 minutos.

Do G1 DF
2 comentários
Os passageiros do Metrô que usavam a linha Samambaia –Central tiveram de mudar de trem na estação Águas Claras por volta das 8h desta terça (13) devido a uma falha em uma das composições. O problema  causou uma traso de dez minutos nas viagens.
Segundo o Metrô, uma falha no sistema pneumático, sistema que coordena algumas operações dos vagões, como o abrir e fechar de portas, foi detectado, impossibilitando a continuidade da viagem. O Metrô informou que a troca de trens durou cerca de dez minutos.
Essa é a segunda falha registrada pelo Metrô em dez dias. No último dia 3, um trem ficou parado durante 15 minutos na estação Shopping, após ser constatada a presença de fumaça no piso da composição..
Em outubro, o Metrô teve de ficar parado duas vezes em menos de 24 horas, por queda no sinal da central de controle e por problema na tração.

Minha gente...