A pé no passado.



dica da carol 
via movimento Nossa Brasilia
projeto da TV Câmara

Documentário Brasília: projeto capital


"Imagine se você morasse no Rio de Janeiro, fim dos anos 50, bossa nova, cinema novo, praia... e alguém chegasse para você e dissesse que você teria que se mudar para o Planalto Central, para uma cidade ainda em construção, poeira, lama, o que você faria? O documentário “Brasília - projeto capital” ouviu algumas pessoas que passaram por isso. Roberto Menescal, Nelson Pereira dos Santos; os deputados Carlos Murilo e Nestor Jost; Dona Ada, servidora da Câmara; Seu Genésio, o pioneiro; e muitos outros personagens que ajudam a entender por que as mudanças não são fáceis.
“Brasília - projeto capital” faz um passeio no tempo para contar a história do nascimento de Brasília. Da festa da inauguração, em noite iluminada por canhões de luz, até a primeira sessão da Câmara em Brasília no dia 21 de abril de 1960. Dias de aniversário servem para isso mesmo: lembrar da pessoa, do que ela fez, dos pais, dos avós, das coisas boas e das dificuldades também. E é o que faz esse documentário.
Os primeiros idealizadores da nova capital, distante do litoral, são lembrados. As primeiras expedições em busca da melhor localização também. Você já ouviu falar em Varnhagen? José Bonifácio, o patriarca da independência, pensou até em nomes para a nova capital! E quem pensa que JK fez tudo sozinho vai se surpreender. Constituições, leis... ou melhor, muita negociação, constituições e leis foram necessárias para que Brasília se tornasse realidade."

do canal sh85rt296


"Brasília: projeto capital" faz um passeio no tempo para contar a história do nascimento de uma cidade. Da festa da inauguração, em noite iluminada por canhões de luz, até a primeira sessão da Câmara em Brasília no dia 21 de abril de 1960. Dois momentos marcantes, próximos no tempo e que completam 50 anos.
Não é por acaso. Brasília é resultado de muita discussão na Câmara dos Deputados. Desde a primeira constituinte, ainda no Brasil Império, até a constituição de 46, a proposta de interiorizar a capital do Brasil esteve presente. José Bonifácio, o patriarca da independência, pensou até em nomes para a nova capital! Isso em 1823. Muitos são os personagens que ajudaram na "construção" de Brasília. Os primeiros idealizadores, os responsáveis pelas primeiras expedições, como Varnhagen. Diversos presidentes, deputados e muita discussão ao longo da história. Até chegar o dia em que Juscelino Kubitschek resolve fazer da transferência da capital para o planalto central - a meta-síntese de seu governo. Mas por que JK resolve tirar a ideia do papel? Quem conta é o imortal Murilo Melo Filho, na época jornalista da Revista Manchete. Deputados, jornalistas, servidores e artistas que viveram no Rio de Janeiro na época da transferência da capital para Brasília são os personagens dessa história. Os pioneiros também relatam a impressão da chegada em Brasília no início da construção. Poeira, lama, muito trabalho! Enquanto a cidade era construída, duras críticas eram publicadas nos grandes jornais da época. Muitos acreditavam que a obra ficaria inacabada. A Câmara dos Deputados criou duas comissões para garantir o sucesso da mudança. Uma, para acompanhar as obras de construção da Câmara; a outra, para planejar e executar a transferência dos deputados e servidores. Havia muita resistência à mudança. Deputados e servidores eram convidados a visitar Brasília para ver onde iriam morar e trabalhar. No plenário do Palácio Tiradentes, onde funcionava a Câmara dos Deputados no Rio de Janeiro, as discussões ficavam mais acaloradas à medida que se aproximava a data da inauguração de Brasília. Todo esse contexto político é retratado pelo documentário Brasília: projeto capital. As críticas do deputado udenista, Carlos Lacerda, as ameaças de CPI para investigar a Novacap e as leis aprovadas na Câmara para garantir a mudança da capital. Entre elas, a que marcava a data da inauguração da nova capital: 21 de abril de 1960. A história da mudança contada pelas pessoas que participaram dela: o deputado Carlos Murilo, sobrinho de JK; o deputado Nestor Jost, segundo vice- presidente à época; os jornalistas Villas Boas Corrêa, Carlos Chagas; os servidores Sylvio Vianna, Luciano Brandão, Léa Fonseca, Ada Coaracy, Joel Teixeira; Roberto Menescal, Nelson Pereira dos Santos; e os pioneiros Genésio de Oliveira e Kleber Farias."

A pé na sua Brasília.


A pé na poesia.


Poeminha pruma cidadezona.

Tu és um ovo,
Brasília.
Um ovo de codorna.
Uma cidadezinha.
Uma cidadezona.
Uns filhos da mãe
Filhinhos de papai
Do mar -longe
Do céu - perto
Um puteiro a céu aberto
Brasília.
Singular, plural
Capital, interior
Letrada, iletrada
Passado, futuro
Catedral, Esplanada
O nada
A quadra
O quadro
A verba
O verbo
- Ame-a ou deixe-a
Distrito
Detrito
Federal
Patrimônio Cultural da Humanidade
Pecado nacional
Brasília
Miséria no entorno de palácios
O sol e a chuva sob o mesmo teto
Um luxo aqui,
um lixo ali
Em Brasília tudo é perto
Mas tudo é longe
Como assim?
Sim, senhor
Brasília é gente
Tantas gentes
Goiano, catarinense
Baiano, africano,
Argentino, mineiro
O Oriente, o Ocidente
É gente de toda parte
Brasília é arte
Verso, prosa
Verbo, verba
Ê, Brasília!
Cidade nos eixos
Cidade dos eixos
Eixos, eixões, eixinhos
E curvas, e retas
E quadras, e quadros
E asas, e lagos
E blocos, e letras
E siglas, e números
L2 ou W3?
SQN ou SQS?
S.O.S!
A parada
A faixa
A cidadania
Brasília não dá boa noite
Nem boa tarde ou bom dia.
Cidade seca
Cidade fria!
Em Brasília faz muito calor!
Cidade cara
Cidade carro
Brasília amarela
Brasília não buzina
Brasília não tem esquina
Não tem menina na janela
Não tem bairro, não tem rua
Cidade nua
Cidade crua
Numa casa chove
Na outra faz sol
Numa hora faz frio
Na outra faz calor
Num dia é chuva que não vem
No outro é a chuva que não vai
Tu és, Brasília
Esse pássaro que não voa
Essa tesoura que não corta
Esse balão que não sobe
Esse pardal que não canta
Brasília é uma merda
Brasília é um sonho
Tu és, Brasília
Balzaquiana
Mãe solteira
Linda
Feminina
Gostosa até no nome
Tu és, Brasília
Um nome de mulher
Um corpo de avião
E essas asas
Esses brasis!

Marcelo Torres é autor do livro 
"O bê-á-bá de Brasília - dicionário de coisas e palavras da capital". 
Email: marcelocronista@gmail.com
* Se repassar ou replicar, 
respeite os direitos do autor *

A pé em Brasília. Sem sapatos.


[clique na imagem para ampliar]

link original + fotos aqui
do GPS Brasília


"Kazuo Okubo celebra Brasília, exibindo a sinuosidade de curvas e formas


Kazuo Okubo é a grande referência da fotografia da capital federal. Há 30 anos neste mercado, sua história começou com seus pais. Vindos de São Paulo, em 1959, para trabalhar na inauguração de Brasília, logo abriram uma loja de material fotográfico no Núcleo Bandeirante.


Crescido neste ambiente de ângulos, luzes e formas, Kazuo especializou-se na área e tão logo alcançou a maturidade, ganhou a cidade. Tornou-se conhecido ao fotografar casamentos e grandes festas. Tempos depois, foi seduzido pelo mercado publicitário, que lhe rendeu mais crédito ainda.


Coleciona clientes como Banco do Brasil, Correios, Unicef, Sebrae, TIM, Ministério da Saúde. Finalista de todas as edições do Prêmio Conrado Wessel, de 2002 até 2008, tem trabalhos premiados no Festival Mundial de Publicidade de Gramado e no Festival de Publicidade de Cannes.


Em 2004, Kazuo Okubo iniciou uma nova jornada, ampliando sua produção para obras autorais. Deu muito certo. Tanto que em 2009 abriu a primeira galeria de arte especializada em fotografia da capital brasileira, A Casa da Luz Vermelha, espaço no Clube Asbac, que reúne grandes obras de inúmeros artistas do País.


Para celebrar os 52 anos da capital, Kazuo é o penúltimo convidado do projeto do portal,Brasília, só tenho olhos para você. Especialista em nus, uma de suas grandes paixões, ele se revela para os leitores em cliques mais que expressivos. 


Confira o ensaio Nu."

A pé na China.




"Girl swallowed up into hole while oblivious texting! 
CCTV captures dramatic rescue with help from the Taxi driver. 
Poor girl seems to be ok! 

O bê-á-bá para andar em Brasília.

LEIA UM POUQUINHO AQUI
O livro O bê-á-bá de Brasília será uma das atrações do 5º Sarau do Chatô
Publicado por 
em 23 de abril, 2012
[Capa do livro Be-a-Ba de Brasília]


O livro O bê-á-bá de Brasília será uma das atrações 
do 5º Sarau do Chatô – no prédio do Correio Braziliense.

Música (Célia Porto), humor (comédia Os Fantásticos), escultura (Darlan Rosa) e muitras artes...

A quinta edição do Sarau do Chatô vai homenagear Brasília, pelo seus 52 anos e promete agradar olhos, ouvidos e animar o público com boas gargalhadas, no dia 26 de abril, no Espaço Chatô. O evento conta com apresentações musicais e exposições artísticas e literárias. Entre as atrações, estão o pianista Renato Vasconcelos e seu quinteto de músicos, a Companhia de Comédia Os Fantásticos e a cantora brasiliense Célia Porto.

A abertura do 5º Sarau Chatô será com a inauguração de uma escultura do artista Darlan Rosa, criada especialmente para homenagear os Diários Associados. Confeccionada a partir de cubos de alumínio, a obra de arte faz alusão às rotativas do jornal e foi instalada no centro de um espelho d’água, na sede do Correio Braziliense.


Literatura – Durante a quinta edição do sarau, alguns escritores autografam suas obras. Na lista, estão José Carlos de Mello com Os tempos de Getúlio Vargas; João Batista, com seu livro Crônicas brasilienses e


Marcelo Torres, com O bê-á-bá de Brasília. Também estará presente o jovem escritor Jéferson Ramos da Cruz, com Minha vida em rodas. A obra é inspirada na história de superação do autor, um garoto de 16 anos que nasceu com uma deficiência física que lhe comprometeu o movimento das pernas e braços.

http://www.nosrevista.com.br/2012/04/23/o-livro-o-be-a-ba-de-brasilia-sera-uma-das-atracoes-do-5%C2%BA-sarau-do-chato/




A pé no Conjunto Nacional.

Foto antiga (de Augusto Areal) do shopping mais popular da cidade, ainda com neon na fachada. No final do dia, com as ruas cheias de carros enquanto quem anda a pé acelera o passo para a rodoviária e os vendedores ambulantes surgem no semáforo, acho que é uma das paisagens mais melancólicas da capital modernista do Brasil.


Um novo olhar sobre Brasília.






No mês do aniversário de 52 anos, Sergio Velho Junior presenteia a cidade com a exposição Um Novo Olhar sobre Brasília: quinze imagens que trazem em si uma forte e surpreendente expressão artística e fotográfica da Capital Federal


UM NOVO OLHAR SOBRE BRASÍLIA
Data: 24, 25 e 26 de abril de 2012
Local: Auditório Nereu Ramos – Câmara dos Deputados – Brasília-DF
Mais informações: Velho Junior Fotografias Fine Art
Telefones: 61 3963 3114 | 61 9982 3114
www.velhojunior.com
@velhojr
Assessoria de Imprensa: 

Em plena era digital, presencia-se o boom da fotografia. E é nesse panorama atual que Sergio Velho Junior apresenta a exposição fotográfica “Um novo olhar sobre Brasília – Técnica e arte se misturam para proporcionar imagens que trazem em si uma forte e surpreendente expressão artística” – 15 fascinantes fotografias da cidade. A exposição ocorrerá nos dias 24, 25 e 26 de abril, na Câmara dos Deputados, em frente ao Auditório Nereu Ramos. Um presente aos vereadores de todo o Brasil que estarão reunidos em função do 5o Congresso Brasileiro de Câmaras Municipais (5CBCM).
Publicitário de formação, Velho Junior como é mais conhecido, através de suas lentes, realiza em “Um novo olhar sobre Brasília” uma leitura dinâmica da Capital Federal, em fotos coloridas ou preto e branco, que reatam a essência do povo, da beleza natural e da arquitetura singular de Brasília.
Velho Junior sempre esteve envolvido com artes e assumiu a fotografia como profissão no ano de 2001. Já foi Diretor de Arte e Diretor de Criação em diversas agências em Brasília e possui várias imagens publicadas em sites e revistas no Brasil e no exterior, abrangendo as mais variadas áreas como: arquitetura, natureza, abstrato, retratos e produtos, ideal para decoração de interiores.
Como fotógrafo artístico, possui um amplo acervo de imagens alegres e espontâneas, de estilo próprio, que diferencia o seu olhar dos demais. Tornado o seu trabalho cada vez mais respeitado, com destaque junto a um dos públicos mais exigentes que há no mercado: as noivas.
“A fotografia definitivamente não é apenas o simples registro de uma ou mais imagens. Como expressão artística, ela traz em si um caráter altamente comunicativo, onde a ‘voz e emoção do artista’ se transmitem a quem a observa”, afirma Velho Junior.

A pé no Eixão "imaginário".

Já viu o "Passagens sob o Eixão"?
Concurso Nacional de Arquitetura. 
AQUI.


dica do @costacurta

A pé para ver o céu.