Vídeo: pedestre passa por cima de carro parado na faixa.

http://carplace.virgula.uol.com.br/video-pedestre-passa-por-cima-de-carro-parado-na-faixa/



31/05/2013 Por:  68 Comentários
pedestre
O sinal fica vermelho e o motorista para o carro parcialmente sobre a faixa de pedestres. Inconformado, um dos pedestres sobe no capô do carro para fazer a travessia. Confira no vídeo que foi filmado na Rússia.



Quem vai a pé? - Webserie Cadê - Episódio 1



Será que andar a pé em São Paulo é uma tarefa simples? Confira o primeiro vídeo da webserie Cadê e saiba como um plano de mobilidade urbana adequado pode fazer a diferença. Saiba mais sobre mobilidade urbana e o que você pode fazer em www.greenpeace.org.br/cade

Um dos atrativos da Rota do Pedestre, Brasília a Pé.

Venha e experimente o Sítio Histórico de Brasília 
#rotadopedestre #vemviverbrasilia #sitiohistoricodebrasilia #bsb #igersbsb

Mais aqui ---> Tríade



A pé se vai longe.


08.04.2013

A pé se vai longe

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nota1De tanto argumentar com muitas pessoas sobre a importância de andar a pé para conhecer a cidade, os amigos e moradores de São Paulo Edson Silva, Letícia Sabino, Renata Eschiletti e Victor Mendes decidiram organizar caminhadas guiadas. E fundaram o SampaPé, com o objetivo de melhorar o relacionamento dos cidadãos com sua cidade por meio do conhecimento e experimentação das ruas.
Desde agosto de 2012, eles levaram 12 turmas a bairros como Bexiga, Pinheiros, Capão Redondo e Ipiranga e tiveram cerca de 350 participantes, entre paulistanos e turistas de todas as idades.
Além de conhecer os pontos mais movimentados e importantes de cada lugar, a equipe do SampaPé conta a história e as curiosidades dos bairros. Em março, depois de uma votação na internet, foram à Penha, na Zona Leste. “É um bairro riquíssimo em histórias e com um passado que deveria ser mais divulgado e valorizado. É uma pena considerarmos “exótica” a ida até lá. Deveria ser natural”, diz Letícia. Ela conta que na Cidade do México um dos bairros mais visitados é Coyoacán, mesmo sendo afastado do centro da capital mexicana, porque soube valorizar o seu passado colonial. “Vejo a Penha exatamente da mesma forma, e com esse potencial”, diz.
O “carrocentrismo” e o medo da violência, segundo ela, são as principais razões por ter tornado a cidade pouco convidativa aos pedestres.
As ações do SampaPé vão além dos passos dados. No site sampape.com.br, é possível encaminhar denúncias de calçadas irregulares a vereadores e ao projeto Guardiões das Calçadas, da deputada federal Mara Gabrilli (PSDB). Segundo Letícia, o canal “Desembucha!”, que faz parte do site, ainda é pouco aproveitado pelas pessoas – que, mesmo gostando de reclamar, não estão acostumadas a usar um canal oficial
de comunicação com o poder público.

Há 53 anos tentando se conhecer a pé.


SQN 104.






Conheça a sua cidade a pé.


Em várias cidades brasileiras e do mundo, são muitos os grupos de pessoas que se organizam para andar de bike, promover discussões sobre a bicicleta como meio de transporte e sobre novas formas de percorrer as cidades e se deslocar. Menos conhecidos, mas também se multiplicando, são os grupos que se organizam para andar a pé… isso mesmo! No ano passado, por exemplo, visitei o “Tenement Museum” no Lower East Side, tradicional porta de entrada de imigrantes em Nova York, e tive a grata surpresa de, ao invés de percorrer salas fechadas com exibição de fotos e documentos, participar de uma caminhada pelas ruas do bairro, guiada por um monitor que ia, ponto a ponto, esquina a esquina, contando a história da cidade e da imigração.
Na semana passada, recebi de um leitor informações sobre a “Jane’s Walk”, uma iniciativa surgida em 2007, em Toronto, no Canadá, em homenagem à urbanista e ativista Jane Jacobs (1916-2006), cujo livro – “Vida e morte das grandes cidades” – tornou-se, há décadas, uma verdadeira ode à vida nas ruas par vida nas ruas e sua importância para as cidades. Anualmente, no mês de maio, para coincidir com o nascimento da urbanista, são realizadas caminhadas em grupo para explorar e conhecer diversos bairros. Para se ter uma ideia, da criação do grupo, em 2007, até maio de 2011, a iniciativa se expandiu, alcançando 75 cidades em 15 países do mundo. Além do evento anual em maio, as caminhadas podem acontecer em qualquer época do ano, desde que grupos locais se organizem.
Coincidentemente, na mesma semana, uma leitora entrou em contato para divulgar uma iniciativa semelhante em São Paulo. Trata-se do grupo SampaPé, que organiza caminhadas temáticas em diversos bairros, a fim de estimular o conhecimento dos caminhos a pé que a cidade oferece. A última caminhada aconteceu no dia 16 de março, no bairro da Penha. No site do grupo, além da agenda de caminhadas, é possível denunciar problemas nas ruas e calçadas, acessar materiais – como um mapa das feiras de rua e das obras de arte espalhadas pela cidade – e aplicativos.
Outra iniciativa que conheci recentemente é o “Rios e Ruas”, que realiza expedições a pé ou de bike para descobrir córregos e rios ocultos na cidade. O próximo passeio será no dia 30 de março, com concentração às 14h, na praça do Ciclista (Paulista x Consolação), com destino à Vila Pompeia, a fim de explorar o curso do córrego Água Preta.
Assim como no caso dos grupos de bikers, os grupos urbanos de caminhada apontam para outro tipo de relação com a cidade: ao invés de um cenário de passagem entre um ponto e outro de um deslocamento, o espaço da cidade passa a ser um espaço vivido. É evidente que a cidade, tal qual se organiza hoje, é absolutamente hostil a essa prática, uma vez que claramente a prioridade no espaço público é a circulação e, particularmente, a circulação de automóveis. Entretanto, quem busca conhecer a cidade a pé tem a oportunidade de se reconectar com a cidade, sendo capaz de fazer a crítica desse modelo e exigir outro, no qual estar será tão importante – ou mais – do que passar!
Texto publicado originalmente em Yahoo! Blogs.

Caminhar não é um crime.

O texto está em inglês, mas tentarei traduzir e postar aqui (assim que puder).
Aqui.

* super dica da renata *

Walking is Not a Crime: Questioning the Accident Axiom
By David M Nelson
Walking is not a crime.

Caminhar é alternativa ao transporte urbano.


18 de Fevereiro de 2013 • Atualizado às 17h30

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 Quem percorre trajetos a pé descobre novos pontos de interesse, como feiras livres, parques e obras de arte espalhadas no meio do caminho. | Foto: <a href='http://www.flickr.com/photos/preferenciaavida/5716384371/sizes/m/in/photostream/' target='_blank'>Dê Preferência à Vida/Flickr</a></p>
Quem percorre trajetos a pé descobre novos pontos de interesse, como feiras livres, parques e obras de arte espalhadas no meio do caminho. | Foto: Dê Preferência à Vida/Flickr
Assim como andar de bicicleta, caminhar pela cidade é uma alternativa simples de transporte e que traz inúmeros benefícios ao corpo e ao planeta. Por meio das caminhadas, é possível conhecer melhor o local em que se vive e ainda colaborar para uma cidade com menos automóveis.
Embora um carro novo ainda seja sonho de consumo para muitos brasileiros, os meios de transporte alternativos têm ganhado um número de adeptos cada vez maior. No entanto, nem todo mundo tem coragem de se aventurar pelas ruas movimentadas montado em uma bike – e muitos ainda escolhem os automóveis, ignorando as caminhadas de um ponto a outro.
“O motorista é pedestre, o ciclista também é pedestre. Toda pessoa anda a pé, é inevitável”, lembra Letícia Sabino, integrante do movimento SampaPé!, que incentiva as pessoas a aderirem às caminhadas, em São Paulo.
Quem percorre trajetos a pé descobre novos pontos de interesse, como feiras livres, parques e obras de arte espalhadas no meio do caminho. Além de conhecer os pontos estratégicos, as pessoas que andam por aí se tornam melhores motoristas e ciclistas, uma vez que passam a integrar a cidade de uma maneira diferente.
A fim de fazer com que as pessoas respeitem pela faixa de pedestres, o SampaPé! realiza caminhadas mensais em diferentes bairros históricos da cidade, para que os participantes fiquem por dentro da influência cultural da capital paulista. No site do movimento, é possível fazer denúncias sobre irregularidades nas ruas – como buracos na calçada, falta de iluminação e semáforos quebrados.
Letícia acredita que, em primeiro lugar, as pessoas precisam tomar posse do local em que vivem para que as cidades fiquem melhores. “Não é de uma hora para outra, mas a atitude das pessoas é o que vai ampliar os espaços direcionados a elas. Se mais pessoas ocupassem as ruas, teríamos menos carros”, finaliza a integrante do SampaPé!.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo

Eu. A pé em Brasília.

by Pieter

A pé na História da humanidade.


Em caminhada de 7 anos, americano refaz jornada da evolução humana

O mapa da jornada de Salopek, que quer refazer os passos de nossos antepassados na colonização do mundo





















O jornalista americano Paul Salopek passará os próximos sete anos caminhando da Etiópia, no nordeste africano, até a ponta da América do Sul, na tentativa de refazer a jornada dos primeiros seres humanos em suas explorações além-África.
Salopek - que tuitará e produzirá reportagens e vídeos - deve fazer 34 mil km e 30 milhões de passadas em sua jornada, a qual ele chama de "a longa caminhada de formação (da raça humana)". Seu ponto de partida é Herto Bouri, área na Etiópia povoada por humanos durante meados da Idade da Pedra.Mas Salopek insiste em que seu maior objetivo não é viver uma aventura, e sim refletir sobre evolução humana.

Mais sobre essas andanças,
clique aqui

2013. Andiamo!

Não tenho andado tanto por aqui como gostaria (deveria), mas a gente segue junto neste ano ainda sem pegadas, aberto para as idas e vindas do sonho e do caminho que cada um vai (re) inventar nos próximos dias. Na cidade planejada, com decisões de percurso pré-moldadas, se torna ainda mais necessário o gesto individual ousado de pisar e, assim, redesenhar tudo. Que o céu de Brasília mantenha nossos olhos abertos e inspirados. Que nossos pés sigam firmes pela estrada que precisa e pode ser construída. "O caminho se faz ao andar". Andiamo!       

What Makes a Great City: A General Theory of Walkability


What Makes a Great City: A General Theory of Walkability

by  BRAINPICKINGS
“City engineers have turned our downtowns into places that are easy to get to but not worth arriving at.”
“I walk everywhere in the city. Any city. You see everything you need to see for a lifetime. Every emotion. Every condition. Every fashion. Every glory,” Maira Kalman observed in consideringthe creative capacity of walkingCharles Dickens and Victor Hugo, too, came up with their best ideas while walking. For Peanutscreator Charles Shulzwalking was part of love.
In Walkable City: How Downtown Can Save America, One Step at a Time (public library), city planner Jeff Speck, who spent four years leading the design division of the National Endowment for the Arts working directly with a couple hundred mayors to help solve their greatest city-planning challenges, turns a perceptive eye towards what makes a great city and how we might be able to harness the power of a conceptually simple, practically complex, immeasurably far-reaching solution in improving the fabric and experience of urban life.
Speck opens with a bang:
This is not the next great book on American cities. That book is not needed. An intellectual revolution is no longer necessary. What characterizes the discussion on cities these days is not a wrongheadedness or a lack of awareness about what needs to be done, but rather a complete disconnect between that awareness and the actions of those responsible for the physical form of our communities.
We’ve known for three decades how to make livable cities — after forgetting for four — yet we’ve somehow not been able to pull it off. Jane Jacobs, who wrote in 1960, won over the planners by 1980. But the planners have yet to win over the city.
Winning the city over, however, requires equal parts sensitivity and rigor:
The pedestrian is an extremely fragile species, the canary in the coal mine of urban livability. Under the right conditions, this creature thrives and multiplies. But creating those conditions requires attention to a broad range of criteria, some more easily satisfied than others.
And yet, there’s hope:
It turns out that since the late nineties, the share of automobile miles driven by Americans in their twenties has dropped from 20.8 percent to just 13.7 percent. And if one looks at teens, future shifts seem likely to be greater. The number of nineteen-year-olds who have opted out of earning driver’s licenses has almost tripled since the late seventies, from 8 percent to 23 percent. .This statistic is particularly meaningful when one considers how the American landscape has changed since the seventies, when most American teens could walk to school, to the store, and to the soccer field, in stark contrast to the realities of today’s autocentric sprawl.
I was recently in London, curating a session on the future of cities at the 2012Wired conference, where one of my speakers, the wonderful and witty Alissa Walker, made a case for walkable cities and walked the point home brilliantly:
Photograph by Nate Lanxon for Wired UK
Speck goes on to outline a “General Theory of Walkability,” focusing on the four key factors of making a city attractive to pedestrians:
The General Theory of Walkability explains how, to be favored, a walk has to satisfy four main conditions: it must be useful, safe, comfortable, and interesting. Each of these qualities is essential an none alone is sufficient. Useful means that most aspects of daily life are located close at hand and organized in a way that walking serves them well. Safemeans that the street has been designed to give pedestrians a fighting chance against being hit by automobiles; they must not only be safe but feel safe, which is even tougher to satisfy. Comfortable means that buildings and landscape shape urban streets into ‘outdoor living rooms,’ in contrast to wide-open spaces, which usually fail to attract pedestrians. Interesting means that sidewalks are lined by unique buildings with friendly faces and that signs of humanity abound.
He argues that, more than a utopian notion, the walkable city is a practical solution to a number of problems that affect both our daily lives as individuals and our economic, environmental, and cultural health as a society. He writes:
These fixes simply give pedestrians a fighting chance, while also embracing bikes, enhancing transit, and making downtown living attractive to a broader range of people. Most are not expensive — some require little more than yellow paint. Each one individually makes a difference; collectively, they can transform a city and the lives of its residents.
But to spark such holistic transformation, Speck advocates for the role of the generalist:
If they are to function properly, cities need to be planned by generalists, as they once were. Generalists understand that consolidating parks means that fewer people can walk to them. Generalists understand that infrastructure organized in service of big trucks is not always inviting to small people. And generalists, finally, are coming to understand that more lanes usually just lead to more traffic.
Most significantly, generalists — such as planners and, one hopes, mayors — ask the big-picture questions that are so often forgotten among the day-to-day shuffle of city governance. Questions like: What kind of city will help us thrive economically? What kind of city will keep our citizens not just safe, but healthy? What kind of city will be sustainable for generations to come?
These three issues — wealth, health, and sustainability — are, not coincidentally, the three principal arguments for making our cities more walkable.
As far as wealth is concerned, walkability is proving to be a monumental economic draw:
The economic advantage that has already begun to accrue to walkable places can be attributed to three key factors. First, for certain segments of the population, chief among them young ‘creatives,’ urban living is simply more appealing; many wouldn’t be caught dead anywhere else. Second, massive demographic shifts occurring right now mean that these pro-urban segments of the population are becoming dominant, crating a spike in demand that is expected to last for decades. Third, the choice to live the walkable life generates considerable savings for these households, and much of these savings are spent locally.
Ultimately, a walkable city isn’t merely an economically and environmentally healthy city — it’s also a relentlessly alluring city, the kind in which you can“create a sparkle of the highest power”:
Walkability is both an end and a means, as well as a measure. While the physical and social rewards of walking are many, walkability is perhaps most useful as it contributes to urban vitality and most meaningful as an indicator of that vitality.
[…]
This discussion is necessary because, since midcentury, whether intentionally or by accident, most American cities have effectively become no-walking ones. In the absence of any larger vision or mandate, city engineers — worshipping the twin gods of Smooth Traffic and Ample Parking — have turned our downtowns into places that are easy to get to but not worth arriving at.
Insightful and passionately argued, Walkable City comes as a follow-up to the landmark 2010 tome Suburban Nation, which Speck co-authored, and presents a welcome addition to these favorite reads on urbanism.