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- Sobre o comentário do Evandro Mesquita no Twitter.
É certo que Brasília não é unanimidade e eu mesmo sou crítica a muitas, muitas coisas dessa cidade singularíssima, mas daí a tomar Brasília como sinônimo radical de Congresso é too much. Ainda mais em se tratando de um artista que é tão bem recebido na capital do país que tá sempre fazendo show aqui. Só para ter uma idéia de quem elege quem vale a pena olhar quantos são os deputados eleitos por estado.
SP=70.
MG=53.
RJ=46.
BA=39.
RS=31.
DF=8
- Evandro Mesquita faz show em Brasília dia 3. Mas fala mal da cidade no Twitter.
- RT @evandromesquita Dia 3 BLITZ em Brasília, a cidade mais perigosa do país!Ladrões com aparência acima de qualquer suspeita!34 minutes ago from web
- Brasília by Dudu.
- Para saber mais sobre o trabalho lindo do meu querido amigo, escreva pra ele:
e.d.u.
- IBGE diz que Brasília é a capital da desigualdade social.
Maria Fernanda Soares / Rafael Sobrinho
A Pesquisa Nacional do IBGE, feita em domicílios, revela que Brasília tem a maior renda do país. É ainda a campeã da desigualdade social e a segunda colocada no índice de desemprego.
Procurar emprego se tornou uma rotina na vida de Vanilzo. Há um ano e meio ele está desempregado. “É difícil demais ficar desempregado”, fala o rapaz.Na Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) do IBGE, em 2008, o Distrito Federal ocupou o segundo lugar na lista de desemprego do país, com 11,1% de desempregados. Um número bem acima da média do Brasil: 7,1%./
Mas alguns setores abriram vagas. Destaque para a construção civil, que registrou o maior aumento, em 2007 foi de 5,7%. Já em 2008 esse índice subiu para 6,5%. O setor de serviços foi o que mais empregou em 2008: 69,2%.
A pesquisa confirma: a renda média do morador do Distrito Federal continua a maior do país. Passou para R$ 2.117,00. Enquanto a média nacional ficou em pouco mais de R$ 1 mil. Mas em compensação, a capital federal também está no topo da lista quando o assunto é desigualdade na distribuição da renda.
“Esta questão da desigualdade está ligada ao fato de você ter um percentual de trabalhadores importantes ocupados nos serviços público, cujos rendimentos são maiores. E outro extrato de pessoas que está no mercado mais informal, onde o rendimento é bem menor”, destaca a analista da Pnad Adriana Beringuy.
Os dados também confirmam o envelhecimento da população do DF. Com aumento de pessoas nas faixas de idades mais altas. Entre 40 e 59 anos, o crescimento foi de 22,6%, em 2008. Mas entre 25 e 39 anos, o aumento foi maior: 27%
A pesquisa também revelou que entre 18 e 24 anos, 41% estão na escola. E o índice de pessoas do DF com curso superior é praticamente o dobro da média nacional.
- Pedaladas Capitais.
Do Blog Pedaladas Capitais
Dia Mundial sem Carro
Setembro 22, 2009 · 1 Comentário
Hoje é dia de bicicleta, ônibus, metrô, trem, bonde, patinete, triciclo, monociclo, carrinho de rolimã, skate, riquixá, patins e daquele aparato incrível conhecido vulgarmente como pé.
Mas, de volta à realidade, se nenhuma dessas opções parecerem muito atraentes, bote pelo menos uma pessoa no banco do carona do seu carro!
- Por quê o ‘Dia sem Carro’ falhou - o q vc está vendo nas ruas
http://www.bluebus.com.br/show/2/92578/por_que_o_‘dia_sem_carro’_falhou_o_q_vc_esta_vendo_nas_ruas_marinho
Noticia do Blue Bus - 22/09/09
Marinho
16:03
A quantidade excessiva de carros nas ruas nao é exclusividade de cidades como Rio e SP. Mesmo lugares que até poucos anos atrás eram tranquilos, como Salvador e Brasília, sofrem hoje com o trânsito. Para você ter idéia, pesquisa divulgada na 6a feira passada pelo Ibope revelou que os paulistanos perdem em média 2 horas e 43 minutos diariamente nos deslocamentos pela cidade, quase 15 minutos a mais que no ano passado. Nao é para menos. Em SP metade da populaçao possui ao menos 1 veículo de passeio. Na faixa acima de R$ 2.300 mensais de renda familiar esse percentual sobe para 83%. Tem mais – 1 em cada 5 paulistanos possui 2 carros. E a coisa deve piorar ainda mais, na medida que a economia vá melhorando. Vale dizer que 1/3 desses donos de carros de passeio compraram o seu automóvel nos últimos 12 meses, com crise e tudo. 22/09 Luiz Alberto Marinho
Sendo o trânsito um dos maiores problemas dos habitantes das grandes cidades, causador de desconfortos e também de uma poluiçao bem nociva a saúde das pessoas, seria de se esperar uma enorme adesao ao ‘Dia sem Carro’, comemorado hoje, nao acha? Pois é, mas nao foi bem isso o que aconteceu. O volume de automóveis nas ruas ficou igual. Oficialmente a desculpa é a precariedade do transporte público - e também a insegurança das cidades, pressa, chuva etc. Mas na verdade isso ocorre principalmente porque estamos todos de acordo quando o assunto se refere ao que os outros precisam fazer pelo planeta. Mas quando somos nós que temos que abrir mao de algum conforto, tudo muda. Nos esquecemos que sem o sacrifício de cada um, um dia o trânsito vai parar de vez, o ar ficará irrespirável, a água potável acabará e por aí vai.
O problema é que a gente sempre pensa que isso está longe de acontecer e vai adiando o consumo sustentável, da mesma maneira como adiamos o início da dieta, a retomada dos exercícios físicos e o dia de abandonar o cigarro.
Noticia do Blue Bus - 22/09/09
Marinho
16:03
A quantidade excessiva de carros nas ruas nao é exclusividade de cidades como Rio e SP. Mesmo lugares que até poucos anos atrás eram tranquilos, como Salvador e Brasília, sofrem hoje com o trânsito. Para você ter idéia, pesquisa divulgada na 6a feira passada pelo Ibope revelou que os paulistanos perdem em média 2 horas e 43 minutos diariamente nos deslocamentos pela cidade, quase 15 minutos a mais que no ano passado. Nao é para menos. Em SP metade da populaçao possui ao menos 1 veículo de passeio. Na faixa acima de R$ 2.300 mensais de renda familiar esse percentual sobe para 83%. Tem mais – 1 em cada 5 paulistanos possui 2 carros. E a coisa deve piorar ainda mais, na medida que a economia vá melhorando. Vale dizer que 1/3 desses donos de carros de passeio compraram o seu automóvel nos últimos 12 meses, com crise e tudo. 22/09 Luiz Alberto Marinho
Sendo o trânsito um dos maiores problemas dos habitantes das grandes cidades, causador de desconfortos e também de uma poluiçao bem nociva a saúde das pessoas, seria de se esperar uma enorme adesao ao ‘Dia sem Carro’, comemorado hoje, nao acha? Pois é, mas nao foi bem isso o que aconteceu. O volume de automóveis nas ruas ficou igual. Oficialmente a desculpa é a precariedade do transporte público - e também a insegurança das cidades, pressa, chuva etc. Mas na verdade isso ocorre principalmente porque estamos todos de acordo quando o assunto se refere ao que os outros precisam fazer pelo planeta. Mas quando somos nós que temos que abrir mao de algum conforto, tudo muda. Nos esquecemos que sem o sacrifício de cada um, um dia o trânsito vai parar de vez, o ar ficará irrespirável, a água potável acabará e por aí vai.
O problema é que a gente sempre pensa que isso está longe de acontecer e vai adiando o consumo sustentável, da mesma maneira como adiamos o início da dieta, a retomada dos exercícios físicos e o dia de abandonar o cigarro.
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