A pé... dentro de um balão.



A pé no Lago Paranoá.

             Foto: Francisca Carvalho

A pé desde os ancestrais.

20/ 03/ 2012 
Fonte:
"New research: Human bipedality a result of the need to carry large amounts of food?"
Our Ancestors Started Walking on Two Legs to Carry Food: Research




They say necessity is the mother of invention and, when it comes to evolution, this may be certainly true. Why did human ancestors evolve to walk upright? The reason may be a simple one: to carry armfuls of food in times of scarcity and ferocious competence. At least this is what an international team of scientists suggest in a paper published today in the journal Current Biology.
The researchers, from universities in Portugal, the UK, USA and Japan, have studied chimpanzees in Bossou Forest in Guinea, west Africa, to find that ‘wild chimpanzees walk bipedally more often and carry more items when transporting valuable, unpredictable resources to less–competitive places,’ according to the study.
This finding suggests that human ancestors might have developed upright walking for similar reasons. ‘Bipedality as the key human adaptation may be an evolutionary product of this strategy persisting over time,’ says Professor William McGrew, from the Department of archaeology and anthropology at the University of Cambridge. ‘Ultimately, it set our ancestors on a separate evolutionary path.’
We can think of many reasons for our ancestors to start walking on two legs, but actually this one seems quite plausible: Are we talking about rivalry and greediness in our early ancestors? I’m in.
Photo: stock.xchng
Carvalho, S., Biro, D., Cunha, E., Hockings, K., McGrew, W., Richmond, B., & Matsuzawa, T. (2012). Chimpanzee carrying behaviour and the origins of human bipedality Current Biology, 22 (6) DOI: 10.1016/j.cub.2012.01.052


A pé no STJ.


G1, DF - 17/04/2012 17h13 - Atualizado em 17/04/2012 17h16

Câmeras flagram onça 

perto de estacionamento do STJ, 

em Brasília

Polícia Ambiental estima que onça parda adulta tem cerca de 40 quilos.
Chuva atrapalhou as buscas; armadilhas vão ser instaladas na região.

Câmeras de vigilância do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, flagraram uma onça caminhando perto do estacionamento norte do tribunal no final da manhã desta terça-feira (17).
De acordo com o sargento Evandro Pereira, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, se trata de uma onça parda adulta, também conhecida como suçuarana, com cerca de 40 quilos.
Até às 16h30, 15 agentes da Polícia Ambiental e dez funcionários do Zoológico de Brasília trabalhavam no resgate do animal. A onça foi vista pela última vez dentro de um terreno que pertence ao Superior Tribunal Militar (STM), na quadra 2 do Setor de Administração Federal Sul.
Pereira afirmou que a chuva atrapalhou as buscas e que armadilhas vão ser instaladas no local, com o o objetivo de resgatar o animal durante a noite. “Como é uma área sem alimento para ela, vamos colocar arapucas para tentar resgatá-la”, disse. A Polícia Ambiental não sabe como animal chegou até o estacionamento do STJ. "A gente trabalha com hipóteses. Ela pode ter atravessado o Lago Paranoá e vindo até aqui", afirmou Pereira.

ABC do Patrimônio.




"A partir de hoje, estréia o Quadro ABC do Patrimônio no BOMDIADF da Rede Globo de Televisão. O quadro mostrará ao público, em geral, uma visão de Brasília, Patrimônio Cultural da Humanidade, a partir de referências históricas, paisagísticas, urbanísticas, arquitetônicas e culturais. Com isso, espera-se contribuir na divulgação de Brasília, enquanto bem coletivo, para ser, cada vez mais, integrada na cultura do Distrito Federal. Por conseguinte, isso pode ajudar a aumentar a percepção e valorização das duas principais vocações da cidade: capital do país, o que a torna “histórica de nascença”, como diria Lucio Costa1, e Patrimônio Mundial. Haverá, além dos vídeos, cujos os temas serão apresentados em doses "homeopáticas" , textos, vídeos históricos, glossário, bibliografia e links interessantes relacionados ao patrimônio." via #Fb

"Brasília 52 anos: muito mais que política".



do canal Brasilia muito mais

A pé na Livraria do Chico.



BIENAL DO LIVRO.
22 de abril. 
Sábado.
No dia do aniversário de Brasília ("Descobrimento" do Brasil e Dia da Terra)
tem exibição de 2 vídeos com o Chiquinho, livreiro e figuraça
da Livraria do Chico,  que fica no ICC (Minhocão) da UnB.
Às 14h. Abertura do debate 
"Literatura brasiliense".

A Palmatória - Episódio 3
15 de abril 2012

"O livreiro Chiquinho 

O livro é uma tecnologia iniciada aproximadamente no século II a.C. O livro serve para o registro de escritos e imagens. O livreiro é uma atividade que surgiu em decorrência da existência do livro. Quem escreve o livro que o livreiro vende é o autor. Quem faz o livro que o autor escreveu é o editor. Já quem compra, ganha, pega emprestado ou consome a tecnologia do livro é o leitor. Então é assim o ciclo da sociabilidade do livro: autor, editor, livreiro e leitor. Não necessariamente nessa ordem, e isso é o que atormenta e confunde o livreiro Chiquinho, um dos últimos heróis dessa profissão. Chiquinho é o proprietário-livreiro da Livraria do Chico, que fica na Universidade de Brasília, em Brasília. Nem todo proprietário de livraria ou de livros é livreiro. Também nem todo mundo que lê é leitor. Pode-se escrever livro e não ser um autor, ou fazer um livro e não ser editor. Essa trama complicada é a vida do livreiro Chiquinho e suas elucubrações.
Mesmo envolto em tantas elucubrações o Chiquinho tem memória o suficiente para conhecer professores e alunos da Universidade de Brasília: ele sabe tudo sobre os interesses de estudos de seus clientes/leitores.  Segundo ele, o bom livreiro precisa conhecer os livros que vende. Isso demora muito, não é uma profissão que se aprende da noite para o dia. Se algum cliente pede um livro que ele não tem, ele vai atrás e consegue entregar o pedido. Quando o cliente volta para apanhar o livro pedido, o Chiquinho já tem uma resenha da obra pronta para ser apresentada ao leitor.
Uma elucubração que agora acomete os dias de Chiquinho é a invenção do tablet. Uma consultora pedagógica afirma que com os tablets o livro está com os dias contados. Será mesmo? O que será da vida do livreiro com a chegada dessas tecnologias digitais de registro de palavras e imagens? Chiquinho acredita que com ele não tem essa de fim do livro. Ele vai “morrer vendendo livro” e muitas pessoas irão morrer lendo coisas impressas. Têm leitores que gostam, ou se habituam ou preferem os livros de papel, com lombada, página, orelha, capa, autógrafo.
O livreiro Chiquinho, por exemplo, tem um monte de livros autografados. Autores importantes lhes dedicam palavras em português, espanhol, francês…os garatujos dos autores, as palavras desenhadas de Cora Coralina ou os rabiscos de Baudrillard. Essa relação entre os autores e o livreiro atesta a importância dessa atividade. Mas isso é outra história de um outro encontro com o Chiquinho."

A pé na 116 Norte.

Espaço Cultural Alexandre Innecco.
Ao lado do Café Savana.
Pra saber o que acontece lá, 
cadastre o seu email -> aqui
site:
         



A pé na UnB.


“Um convite a quem caminha: 

pare, 

pense, 

olhe, 

cumprimente, 

aprecie!"