Atualmente tô curtindo as impressões de Simone de Beauvoir em 1960... “À noite, enfim, chegamos a Brasília. Uma maquete em tamanho natural. Essa falta de humanidade salta logo aos olhos… Só se pode circular de automóvel… A rua, esse lugar de encontro entre moradores e turistas, lojas e residências, sempre imprevista – a rua, tão cativante em Chicago como no Rio, por vezes deserta e sonhadora, mas cujo silêncio é vivo. A rua, em Brasília, não existe nem existirá.”
Oi querida, fiquei surpreso e contente que meu comentário foi promovido a post no seu prestativo blog. Sou andarilho por natureza e opção. Amo caminhar livremente e flanar por aí. Sou paulista da capital e moro há 5 anos em Sobradinho e trabalho no Plano Piloto eventualmente. Caminhar no D.F. exige um estado de alerta absurdo para quem quer chegar ileso à um destino, o que me irrita profundamente (sou portador de déficit de atenção). O pedestre não foi contemplado no projeto da construção da Capital e mesmo depois de 50 anos continua sendo desprezado. As estatísticas de pessoas atropeladas só tendem a piorar com as ações urbanísticas que vejo serem feitas com requintes de crueldade explícita pelos engenheiros irresponsáveis do GDF. Não consigo me conformar com isso. Se me permite, gostaria de colaborar com imagens que tenho registrado e observações técnicas de um pedestre velhaco, que fez o comentário supracitado com conhecimento de causa. Valeu, um beijo.
Atualmente tô curtindo as impressões de Simone de Beauvoir em 1960... “À noite, enfim, chegamos a Brasília. Uma maquete em tamanho natural. Essa falta de humanidade salta logo aos olhos… Só se pode circular de automóvel… A rua, esse lugar de encontro entre moradores e turistas, lojas e residências, sempre imprevista – a rua, tão cativante em Chicago como no Rio, por vezes deserta e sonhadora, mas cujo silêncio é vivo. A rua, em Brasília, não existe nem existirá.”
ResponderExcluirseu comentário virou post, sabia? amei. volta sempre. amo vc aqui.
ResponderExcluirOi querida, fiquei surpreso e contente que meu comentário foi promovido a post no seu prestativo blog. Sou andarilho por natureza e opção. Amo caminhar livremente e flanar por aí. Sou paulista da capital e moro há 5 anos em Sobradinho e trabalho no Plano Piloto eventualmente. Caminhar no D.F. exige um estado de alerta absurdo para quem quer chegar ileso à um destino, o que me irrita profundamente (sou portador de déficit de atenção). O pedestre não foi contemplado no projeto da construção da Capital e mesmo depois de 50 anos continua sendo desprezado. As estatísticas de pessoas atropeladas só tendem a piorar com as ações urbanísticas que vejo serem feitas com requintes de crueldade explícita pelos engenheiros irresponsáveis do GDF. Não consigo me conformar com isso. Se me permite, gostaria de colaborar com imagens que tenho registrado e observações técnicas de um pedestre velhaco, que fez o comentário supracitado com conhecimento de causa. Valeu, um beijo.
ResponderExcluirNando Carrazza