brasília é Brasília
dica do @betoso
Vídeo enviado ao Festival de Minuto de 2004.
Cintia Coelho, sua irmã, Michelle Coelho,
e seu ex-namorado, Bruno Zecchin.
Música:
Canção do amor tranquilo, da Prot(o) <--- banda incrível de Brasília
Vídeo enviado ao Festival de Minuto de 2004.
Cintia Coelho, sua irmã, Michelle Coelho,
e seu ex-namorado, Bruno Zecchin.
Música:
Canção do amor tranquilo, da Prot(o) <--- banda incrível de Brasília
Livros e internet de graça nas paradas de ônibus.
14 maio 2012
do Oi Cidade
Informações:
Luiz Amorim – Fundador do Açougue Cultural (61-9555-2783 /3963-2069) Francisca Azevedo – Assessora de Comunicação (61 – 8432-3669) E-mail: francisca_azevedo@yahoo.com.br www.t-bone.org.br
do Oi Cidade
Informações:
Luiz Amorim – Fundador do Açougue Cultural (61-9555-2783 /3963-2069) Francisca Azevedo – Assessora de Comunicação (61 – 8432-3669) E-mail: francisca_azevedo@yahoo.com.br www.t-bone.org.br
Depois de criar o Açougue Cultural T-Bone, de promover a Noite Cultural T-Bone - que caminha para sua 31º edição - de realizar as Quintas Culturais, e de espalhar bibliotecas populares em paradas de ônibus de Brasília, o comerciante e agitador cultural Luiz Amorim se prepara para mais uma iniciativa inédita.
Em parceria com a Fundação Banco do Brasil e com a Petrobras, e apoio da Administração de Brasília, o Açougue Cultural T-Bone lança amanhã, terça (15), o projeto Estação Cultural, que prevê livros para empréstimos, serviço de internet 24 horas e wi-fi, com capacidade de 10 megas em cada módulo, gratuitamente em pontos de ônibus de Brasília.A primeira Estação Cultural será entregue hoje à comunidade, em evento que acontece no Setor Bancário Sul, Estação Galeria, a partir das 18h. Durante o lançamento haverá apresentação musical do Clube do Choro de Brasília.
A Estação Cultural é uma tecnologia social que oferece livros para empréstimo e acesso livre à internet, de forma totalmente gratuita em pontos de ônibus. Segundo Luiz Amorim, o objetivo das estações culturais é estimular e ampliar o acesso à cultura, informação e comunicação, com a finalidade de contribuir para melhorar as condições sociais da comunidade participante.
O serviço de internet e empréstimos de livros será disponibilizado inicialmente nas Estações Culturais localizadas nas paradas de ônibus do Setor Bancário Sul (Estação Galerias) e nas quadras 712 e 512 da Avenida W3 Norte. Nas quadras 714 e 514 e 516, da mesma avenida, está previsto nessa primeira fase o empréstimo de livros, dando continuidade ao projeto Parada Cultural – Biblioteca Popular 24 horas.
Cada módulo das Estações Culturais vai contar com um computador com tela touch screen, desenvolvido exclusivamente para o projeto pela empresa Apek, com sede em Campinas-SP, internet via rádio com capacidade de 10 megas e estante para livros com iluminação interna.Além disso, o projeto prevê Wi-Fi com capacidade 10 megas, no raio de um quilômetro. A PS5 Soluções para Internet, empresa de Brasília que também é parceira do projeto, é a executora do sistema de infraestrutura de conectividade, que permitirá a portabilidade de celulares, notebook e tablets pelas Estações Culturais.
Poetas de Brasília
Para valorizar a produção literária local, o projeto Estação Cultural publicará na parte lateral dos oitos módulos poesias inéditas de escritores e personalidades da capital. Nesse primeiro momento, cada Estação contará com poesias de Aloísio Brandão, Amneres Santiago, Fabrízio Morelo, Jorge Amâncio, Luiz Martins, Miquéias Paz, Paulo José Cunha e Vicente Sá.Os poemas ficarão expostos por tempo determinado pela coordenação do projeto, que pretende substituir até o final desse ano por textos de outros escritores da cidade. Com isso, espera-se também sensibilizar ainda mais o usuário do projeto visando o bom uso das Estações Culturais, como patrimônio público e a serviço de todos.
História
Em junho de 2007, o Açougue Cultural deu início ao projeto Parada Cultural – Biblioteca Popular, com a disponibilização de livros para empréstimos aos usuários do transporte coletivo em alguns pontos de ônibus localizados na avenida W3 Norte.A iniciativa ganhou a simpatia e o apoio dos moradores e hoje está presente em 38 pontos de ônibus. Diariamente o Parada Cultural empresta cerca de seis mil exemplares sem nenhum controle ou burocracia.
Em parceria com a Fundação Banco do Brasil e com a Petrobras, e apoio da Administração de Brasília, o Açougue Cultural T-Bone lança amanhã, terça (15), o projeto Estação Cultural, que prevê livros para empréstimos, serviço de internet 24 horas e wi-fi, com capacidade de 10 megas em cada módulo, gratuitamente em pontos de ônibus de Brasília.A primeira Estação Cultural será entregue hoje à comunidade, em evento que acontece no Setor Bancário Sul, Estação Galeria, a partir das 18h. Durante o lançamento haverá apresentação musical do Clube do Choro de Brasília.
A Estação Cultural é uma tecnologia social que oferece livros para empréstimo e acesso livre à internet, de forma totalmente gratuita em pontos de ônibus. Segundo Luiz Amorim, o objetivo das estações culturais é estimular e ampliar o acesso à cultura, informação e comunicação, com a finalidade de contribuir para melhorar as condições sociais da comunidade participante.
O serviço de internet e empréstimos de livros será disponibilizado inicialmente nas Estações Culturais localizadas nas paradas de ônibus do Setor Bancário Sul (Estação Galerias) e nas quadras 712 e 512 da Avenida W3 Norte. Nas quadras 714 e 514 e 516, da mesma avenida, está previsto nessa primeira fase o empréstimo de livros, dando continuidade ao projeto Parada Cultural – Biblioteca Popular 24 horas.
Cada módulo das Estações Culturais vai contar com um computador com tela touch screen, desenvolvido exclusivamente para o projeto pela empresa Apek, com sede em Campinas-SP, internet via rádio com capacidade de 10 megas e estante para livros com iluminação interna.Além disso, o projeto prevê Wi-Fi com capacidade 10 megas, no raio de um quilômetro. A PS5 Soluções para Internet, empresa de Brasília que também é parceira do projeto, é a executora do sistema de infraestrutura de conectividade, que permitirá a portabilidade de celulares, notebook e tablets pelas Estações Culturais.
Poetas de Brasília
Para valorizar a produção literária local, o projeto Estação Cultural publicará na parte lateral dos oitos módulos poesias inéditas de escritores e personalidades da capital. Nesse primeiro momento, cada Estação contará com poesias de Aloísio Brandão, Amneres Santiago, Fabrízio Morelo, Jorge Amâncio, Luiz Martins, Miquéias Paz, Paulo José Cunha e Vicente Sá.Os poemas ficarão expostos por tempo determinado pela coordenação do projeto, que pretende substituir até o final desse ano por textos de outros escritores da cidade. Com isso, espera-se também sensibilizar ainda mais o usuário do projeto visando o bom uso das Estações Culturais, como patrimônio público e a serviço de todos.
História
Em junho de 2007, o Açougue Cultural deu início ao projeto Parada Cultural – Biblioteca Popular, com a disponibilização de livros para empréstimos aos usuários do transporte coletivo em alguns pontos de ônibus localizados na avenida W3 Norte.A iniciativa ganhou a simpatia e o apoio dos moradores e hoje está presente em 38 pontos de ônibus. Diariamente o Parada Cultural empresta cerca de seis mil exemplares sem nenhum controle ou burocracia.
A pé na passagem.
Projeto de requalificação estimula uso das passagens subterrâneas do Eixão
Equipe vencedora do Concurso Nacional de Arquitetura tem 60 dias para entregar projeto executivo de requalificação das 16 passagens subterrâneas
Agência Brasília Correio 11/05/2012
Exposição dos trabalhos finalistas do Concurso Nacional de Arquitetura para Requalificação das Passagens sob o Eixão - Dias: terça a domingo - Horário: 9h as 20h - Local: Foyer do Teatro Nacional Cláudio SantoroEntrada gratuita
Agência Brasília Correio 11/05/2012
Exposição dos trabalhos finalistas do Concurso Nacional de Arquitetura para Requalificação das Passagens sob o Eixão - Dias: terça a domingo - Horário: 9h as 20h - Local: Foyer do Teatro Nacional Cláudio SantoroEntrada gratuita
Está em vigor o contrato de prestação de serviços para elaboração do projeto executivo vencedor do Concurso Nacional de Arquitetura para Requalificação das Passagens sob o Eixão.
O trabalho vencedor mistura espaço de convivência a uma ciclovia que ficará no canteiro central do Eixo Rodoviário, atravessando as 16 passagens subterrâneas das Asas Norte e Sul. Haverá ainda estrutura de acessibilidade e integração com as estações do metrô.
“Haverá um espaço de convivência mais interessante. A passagem se torna mais convidativa para as pessoas e isso é o que nós queremos: induzir as pessoas a passarem por ali”, afirma o governador Agnelo Queiroz.
A equipe do escritório paulista Piratininga Arquitetos Associados, liderada pelo arquiteto Gustavo Partezani, foi quem elaborou o projeto executivo vencedor que ainda precisa ser aprovado pela Administração Regional de Brasília e pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), Ivelise Longhi, explica que o projeto vencedor precisa passar por algumas etapas para ser implantado. “O ganhador tem até 60 dias para entregar ao governo o projeto executivo. Depois de passar pelo Iphan e pela Administração de Brasília, o próximo passo será a licitação para a contratação do projeto e construção da obra”, explica Ivelise Longhi.
A concorrência pública foi definida por um grupo de trabalho criado com a finalidade de melhorar a segurança no Eixo Rodoviário Norte-Sul e coordenado pelo vice-governador Tadeu Filippelli. O objetivo é estimular a travessia dos pedestres pelas 16 passagens subterrâneas existentes nas Asas Norte e Sul.
“Em outubro do ano passado, criamos um grupo de trabalho com IAB [Instituto dos Arquitetos do Brasil], Iphan, DER e Detran, e conseguimos buscar um entendimento em torno desta ideia”, detalha o vice-governador.
O projeto – O trabalho vencedor mescla um espaço de convivência a uma ciclovia que ficará localizada no canteiro central do Eixo Rodoviário atravessando as 16 passagens subterrâneas das Asas Norte e Sul. O projeto conta ainda com uma estrutura de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais e propõe uma integração com as demais passagens e com as estações do metrô. Outro ponto em que se baseia o projeto é criar um lugar agradável e atrativo para estimular a travessia segura.
Para o arquiteto Gustavo Partezani, o grande desafio foi realizar o projeto sem ferir o tombamento da cidade. “Sabemos que o tombamento é uma questão que é cuidadosamente avaliada em todos os projetos de mobilidade urbana de Brasília. Nossa proposta foi garantir mobilidade ao pedestre e estimular a utilização da bicicleta”, observa o arquiteto. Ainda de acordo com Partezani, a meta vai além de resolver o problema pontual da travessia, mas articula as 16 passagens por meio de uma solução típica, estruturada por uma ciclovia. “São mais de 13km de ciclovia, de ponta a ponta”, completa.
Além de Gustavo Partezani, a equipe vencedora é composta pelos arquitetos Daniel Maeda, Diogo Esteves, Guilherme de Vibar, Ingrid Ori e Rafael Costa.
Espírito da cidade – O espaço de convivência proposto no projeto poderá se transformar, posteriormente, em locais comerciais ou praças de lazer, sem ferir o tombamento da cidade.
Os serviços de manutenção das passagens subterrâneas, como limpeza, troca de lâmpadas e complementação de ladrilhos que faltam, continuam a ser feitos pelo governo até a construção definitiva das novas passagens subterrâneas.
O concurso, realizado pelo Governo do Distrito Federal, foi executado por meio da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) e da seccional DF do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-DF). A solenidade de premiação ocorreu no Foyer do Teatro Nacional Cláudio Santoro, na noite da última quarta-feira (9), e marcou também a abertura de uma exposição com os trabalhos apresentados pelos finalistas, que ficará em cartaz até 20 de maio.
O trabalho vencedor mistura espaço de convivência a uma ciclovia que ficará no canteiro central do Eixo Rodoviário, atravessando as 16 passagens subterrâneas das Asas Norte e Sul. Haverá ainda estrutura de acessibilidade e integração com as estações do metrô.
“Haverá um espaço de convivência mais interessante. A passagem se torna mais convidativa para as pessoas e isso é o que nós queremos: induzir as pessoas a passarem por ali”, afirma o governador Agnelo Queiroz.
A equipe do escritório paulista Piratininga Arquitetos Associados, liderada pelo arquiteto Gustavo Partezani, foi quem elaborou o projeto executivo vencedor que ainda precisa ser aprovado pela Administração Regional de Brasília e pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), Ivelise Longhi, explica que o projeto vencedor precisa passar por algumas etapas para ser implantado. “O ganhador tem até 60 dias para entregar ao governo o projeto executivo. Depois de passar pelo Iphan e pela Administração de Brasília, o próximo passo será a licitação para a contratação do projeto e construção da obra”, explica Ivelise Longhi.
A concorrência pública foi definida por um grupo de trabalho criado com a finalidade de melhorar a segurança no Eixo Rodoviário Norte-Sul e coordenado pelo vice-governador Tadeu Filippelli. O objetivo é estimular a travessia dos pedestres pelas 16 passagens subterrâneas existentes nas Asas Norte e Sul.
“Em outubro do ano passado, criamos um grupo de trabalho com IAB [Instituto dos Arquitetos do Brasil], Iphan, DER e Detran, e conseguimos buscar um entendimento em torno desta ideia”, detalha o vice-governador.
O projeto – O trabalho vencedor mescla um espaço de convivência a uma ciclovia que ficará localizada no canteiro central do Eixo Rodoviário atravessando as 16 passagens subterrâneas das Asas Norte e Sul. O projeto conta ainda com uma estrutura de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais e propõe uma integração com as demais passagens e com as estações do metrô. Outro ponto em que se baseia o projeto é criar um lugar agradável e atrativo para estimular a travessia segura.
Para o arquiteto Gustavo Partezani, o grande desafio foi realizar o projeto sem ferir o tombamento da cidade. “Sabemos que o tombamento é uma questão que é cuidadosamente avaliada em todos os projetos de mobilidade urbana de Brasília. Nossa proposta foi garantir mobilidade ao pedestre e estimular a utilização da bicicleta”, observa o arquiteto. Ainda de acordo com Partezani, a meta vai além de resolver o problema pontual da travessia, mas articula as 16 passagens por meio de uma solução típica, estruturada por uma ciclovia. “São mais de 13km de ciclovia, de ponta a ponta”, completa.
Além de Gustavo Partezani, a equipe vencedora é composta pelos arquitetos Daniel Maeda, Diogo Esteves, Guilherme de Vibar, Ingrid Ori e Rafael Costa.
Espírito da cidade – O espaço de convivência proposto no projeto poderá se transformar, posteriormente, em locais comerciais ou praças de lazer, sem ferir o tombamento da cidade.
Os serviços de manutenção das passagens subterrâneas, como limpeza, troca de lâmpadas e complementação de ladrilhos que faltam, continuam a ser feitos pelo governo até a construção definitiva das novas passagens subterrâneas.
O concurso, realizado pelo Governo do Distrito Federal, foi executado por meio da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) e da seccional DF do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-DF). A solenidade de premiação ocorreu no Foyer do Teatro Nacional Cláudio Santoro, na noite da última quarta-feira (9), e marcou também a abertura de uma exposição com os trabalhos apresentados pelos finalistas, que ficará em cartaz até 20 de maio.
A pé na cidade fantasma. Anos 60.
Setor Bancário Sul - prédios do BNDES, Caixa, Banco do Basil,
BRB, Banco da Amazônia - e a Rodoviária
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