A pé no Buriti.


24 HORAS DE MÚSICA
[repassando] 
Professores da Escola de Música de Brasília
O grupo de professores da EMB que aderiu à paralização está organizando a manifestação “24 horas de música”, em que músicos se apresentarão tocando ou cantando. O evento acontecerá na próxima segunda-feira dia 16, iniciando às 11h e se estendendo até a terça-feira dia 17, pela manhã, sendo finalizado durante a Assembléia dos Professores.

        Convidamos os colegas professores da Escola de Música a participarem da programação, que será extensa. A idéia é realizar as 24 horas de música com pausas apenas para a troca de artistas e equipamentos.

Professores que já confirmaram participação: Madrigal de Brasília, João Ferreira, Paulo André, Osvaldo Amorim, Genil Castro, Éder Camúzis, Sueli Helena, Ilka Jussara, Toninho, Eldom Soares, João Marinho, Marcos Bassul, Liliana Gayoso, Jaime Ernest, Joaquim França, Ocelo Mendonça, Myrlla Muniz, Luís Henrique, Marília de Alexandria, Wellington Fagundes, Rochael, Cláudia Costa...

Teremos também a participação muito especial dos músicos Eduardo Rangel, Paulo Matricó, e quem mais quiser se apresentar nesse evento que será aberto aos artistas do DF.

Quem não agendar horário para sua apresentação, é só chegar a qualquer hora e tocar. Quem quiser agendar um horário para se apresentar, entre em contato com Joaquim França: (61) 8121 1676jfrancaramos@gmail.com

O evento será realizado na Praça do Buriti, em frente ao palácio do governo, local do acampamento da greve dos professores. A música iniciará na manhã de segunda, passará pela tarde, entrará pela noite, e durante a madrugada seguirá com “a infinita vontade de arrancar de dentro da noite, a barra clara do dia”, como já disse o poeta.
Vamos todos participar!
(Por gentileza, divulguem)

Leo Babauta. The joy of walking [A alegria de andar]

mnmlist: the joy of walking
Today I set out from my house and walked. And walked.
I didn’t have a specific destination in mind, but wanted to walk a bit before finding a quiet place to write. So I walked, out of the town where I live and along the tropical, white-sand coastline, to the next town over.
As others drove cocooned in their cars, I walked, and emitted nothing but my breath.
As others spent their lunch hour pounding down fat-laden burgers and greasy fries or some other cheesy fried piled-high dish, I walked, and burned calories.
As others rushed and stressed, I walked, and took my time.
As others sat at their computers, I walked, and got my blood flowing.
As others held power business meetings and made deals, I walked, and had time to think.
As others were productive and got tasks done, I walked and got nothing done, and cleared my head.
As others had the comfort of shelter and air-conditioning, I walked and worked up a light sweat and was buffeted by the wind.
As a white gull floated serenely above a calm bay, I walked, and watched, and loved it.
I walked for an hour, then wrote and read, and then walked for another hour to get back home, tired but happy.
I can’t walk this much every day, but I walk as much as I can, because you need nothing to walk, you spend nothing, you consume nothing, you emit nothing.
And yet you have everything.

A pé em São Paulo.


Fotos: Carlos Aranha

Deu zebra na campanha de defesa de pedestres de SP.

Daniel Santini

04 de Abril de 2012

O Eco

Na terça-feira, 3 de abril, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab anunciou o início da terceira fase do Programa de Proteção ao Pedestre da Secretaria Municipal de Transportes. O programa, anunciado em 11 de maio de 2011, está prestes a completar um ano. 

E perdeu completamente o rumo. 


entenda o que deu errado -> aqui

Jovens rebatizam ponte: antes, nome de ditador; agora, Honestino.

do Poder Onlinedica do @fabiolino33Integrantes do Levante Popular da Juventude do Distrito Federal renomearam uma ponte de Brasília que tem o nome do ditador Costa e Silva para “Honestino Guimarães”, um estudante carioca que foi símbolo da luta estudantil pela liberdade contra a ditadura militar.O universitário foi preso em 10 de outubro de 1973, pelos agentes do Centro de Informação da Marinha, em Brasília. Ele foi acusado de “promover e orientar a ação subversiva”. O pouco que se sabe sobre o estudante é que em 1994, ele foi dado como morto.
Jovens espalham cartazes por Brasília pedindo novo nome para ponte que homenageia Ditador
Jovens espalham cartazes por Brasília pedindo novo nome para ponte que homenageia Ditador

Jovens rebatizam ponte de Brasília que tem nome de ditador

* HOJE * PEDAL PELA PAZ. quarta, 11 *

BRASÍLIA
* Pedal Noturno DF aqui aqui

* confirme sua participação no Facebook -> https://www.facebook.com/events/363569710353252/


* ENTENDA A HOMENAGEM-PROTESTO QUE ESTÁ UNINDO ESSAS 
E TANTAS OUTRAS PESSOAS --> AQUI

BENDITO SUCO

Atendendo a muitos pedidos, a coordenação Pedal Noturno DF 
divulgou que:
*  DIA 11, QUARTA *
Concentração 1
- No Gibão, a partir das 20 horas, com saída pontualmente às 20h30min
- Segue pelo Eixo Monumental até a Catedral, seguindo para a L2 Norte até a CLN 413
Responsáveis: Alexandre e Fusco.
Concentração 2 
- No Bendito Suco, a partir das 20 horas
- Próximo à entrada lateral do parque Olhos d'Água (fundos do bloco E da CLN 413)
Responsáveis: Farid e Kátia.
* os 2 grupos se encontrarão na CLN 413 *
- De lá, vão partir juntos para o
PEDAL PELA PAZ
* é pra levar APITO *
Percurso (Plano A ou B):
- será definido de acordo com a quantidade de ciclistas e condições de segurança
Programação:
Abertura de um abaixo assinado
Homenagem às vitimas da violência.
Leitura de nota de repúdio à violência
Pedal contra a violência com apitasso.
LEIA ABAIXO 

- mensagem que circulou hoje, quarta, dia 11 - 


"Galera,

Seguem algumas informações sobre o Ato de Repúdio à Violência, que ocorrerá hoje, quarta feira.

Tudo está meio que em construção, mas podemos adiantar algumas coisas. Não temos como prever o desenrolar de todos os acontecimentos, algumas coisas vão sendo incorporadas, outras alteradas, mas vamos nos adequando para atingir os nossos objetivos.

Acompanhe no facebook:

https://www.facebook.com/#!/events/363569710353252/


Atendendo a 1.280 pedidos, teremos duas concentrações:

1. No Bendito Suco a partir das 20 horas (próximo à entrada lateral do parque Olhos d'Água que fica nos fundos do bloco E da CLN 413).
2. No Gibão a partir das 20 horas com saída pontualmente as 20h30 rumo a 413 Norte. Bikes revisadas, por favor!!!

Se tudo sair como previsto, os dois grupos se encontrarão no Bendito Suco para dar continuidade ao pedal. Depois se divide novamente e cada um volta ao local de largada.

O que faremos na concentração no Bendito? Estamos preparando algumas coisas, entre elas uma nota de repúdio para ser entregue à imprensa e um abaixo assinado.

Não há uma programação fechada, já que, infelizmente, não se trata de uma festa, se fosse, tava fácil! Somos bons com festas.

Preciso levar bike? Caso queria participar do pedal, sim, caso queira apenas participar do ato, não.

Não se trata apenas de um pedal de manifestação, trata-se de um ato da comunidade civil, ou seja, pedestres, ciclistas, motociclistas, motoristas... Isto porque a violência se manifesta de várias maneiras: assassinato, atropelamento, corrupção, estupro, furto, latrocínio, negligência, agressões no transito, preconceito, roubos, sequestros e outros tipos de crime contra a pessoa ou contra o patrimônio. 

Preciso ir vestido de ciclista? Se for pedalar, sim, se não for, não, depende da sua participação, talvez queria apenas se sentar na lanchonete e tomar um suco, mas se for sem a sua camisa ou camiseta de pedal vai ficar perdido no meio do povo. Como vamos te achar?

Essa é a ideia, participar de alguma forma. 

Terá apitasso? Sim, LEVEM SEUS APITOS.

Qual a participação do Bendito Suco? ... A ideia do ato surgiu após um crime que ocorreu lá na sexta feira passada. Num primeiro momento parece que não temos nada a ver com isso.. Engano!

Saulo, um ciclista (como nós) terminou seu pedal e foi para um social com familiares e amigos (como nós fazemos sempre). Foi lanchar no Bendito Suco (aonde vamos sempre, inclusive estivemos lá na noite anterior ao crime), parceiros do PNDF e foi vitima de uma bala perdida.

A família do Saulo está vindo de Recife para participar do Ato. Esperamos que a família do Pedro Davison, do Antônio Ferreira de Santa Maria e tantas outras participem também.


Os donos do Bendito Suco pediram ajuda pra realizar um pedal contra a violência. Seria fácil fazer apenas um pedal, mas acreditamos que estamos expostos a muito mais que isso, então nada melhor que fazer mais.
Embora o pedal seja o ponto forte do ato.

Em breve passaremos mais informações.

Abs,

Coordenação do Pedal Noturno DF"
- abaixo a mensagem que é sempre reforçada pelo Pedal Notuno DF -
#ATENÇÃO: para participar dos passeios do PNDF é imprescindível o uso de CAPACETE, LUVAS, LUZES DIANTEIRA e TRASEIRA, REFLETIVOS e ROUPAS CLARAS.
- Convém levar consigo doc. de identidade, cartão do plano de saúde, câmara de ar reserva, bomba de ar, kit remendo, ferramentas, celular, rádio comunicador (canal 20.12), apito, buzina, algum dinheiro p/o social, líquidos e alimentos p/consumo durante o pedal.
- Mantenha-se sempre JUNTO AO GRUPO, entre o condutor do passeio e quem fecha o pelote.
- Veja as fotos dos passeios em: wgraneiro.multiply.com
- Contato através do email: pedalnoturnodf@yahooGRUPOS.com.br

Sobre carros e andar a pé.

Primeiro capítulo da novela "The Golden Calf" 
 (literatura russa)
 Ilya Il'f, Evgenij Petrov, 1930. 
Translation by Maciej Ceglowski, Peter Gadjokov.
Amazon
"You have to love pedestrians. Pedestrians make up the greater part of humanity. The best part, no less. Pedestrians created the world. It was they who built the cities, raised skyscrapers, laid sewage and water lines, paved the streets and lit them with electric lights. It was they who spread civilization throughout the world, invented movable type, thought up gunpowder, flung bridges across rivers, deciphered Egyptian hieroglyphs, introduced the safety razor, abolished the slave trade and established that soybeans can be used to prepare 114 tasty, nutritious dishes.
And when everything was ready, when our home planet had taken on a comparatively comfortable form, the drivers appeared.
We should note that the automobile was also invented by pedestrians. But drivers somehow instantly forgot about that. They started running over the peaceful, intelligent pedestrians. They took over the streets the pedestrians had created. The pavement doubled in width, the sidewalks narrowed to the size of a tobacco pouch, and pedestrians had to start pressing themselves against the walls of buildings in fear.
Pedestrians in the big city lead a martyr’s life. A kind of transportation ghetto has been created for them. They are only permitted to cross the streets at pedestrian crossings, that is, in precisely those places where traffic is the heaviest and where it is easiest to sever the hair by which a pedestrian’s life usually hangs.
In our expansive country, the ordinary automobile—designed by pedestrians for the transportation of goods and people—has taken on the terrifying outlines of a fratricidal missile. It mows down rows of union members and their families. And if a pedestrian somehow manages to escape from under the car’s silver nose, he is fined by police for violating the rules of the traffic catechesis.
And in general, the authority of the pedestrian has been rather severely shaken. Having given the world such notable persons as Horace, Boyle, Mariotte, Lobachevsky[1], Gutenberg, and Anatole France, he must now go the most undignified lengths simply to remind the world of his existence. Oh God, oh great God who does not actually exist, what have you brought the pedestrian to?
There he is, walking from Vladivostok to Moscow along the trans-Siberian roads, carrying a banner reading ‘We Will Improve the Lives of Textile Workers’ in one hand. A pair of spare “Uncle Vanya” rubber sandals and a tin teapot without a lid dangle from the stick he carries over his shoulder. This Soviet fitness enthusiast left Vladivostok in his youth and upon reaching the gates of Moscow in his twilight years will be run over by a heavy truck whose license plate number nobody will quite catch.
Or take another one, a European Mohican of the pedestrian movement, circumnavigating the globe by walking and rolling a barrel in front of him. He’d happily go without the barrel but then nobody would notice that he was truly a long-distance pedestrian, no newspaper would write a word about him. And so he must roll forth with his damned container which (For shame!) is emblazoned with a big yellow slogan praising the unsurpassed quality of Motorist’s Dream motor oil. Such is the degradation of the pedestrian.
And only in little Russian towns is the pedestrian still respected and loved. There he remains master of the streets, strolling carefree along the pavement and weaving across it in whatsoever direction he pleases.
The citizen wearing an officer’s cap with a white top, the kind mainly worn by summer park administrators and masters of ceremonies, doubtless belonged to this greater and better part of humanity. He moved along the streets of the town of Arbatov on foot, carrying a doctor’s small traveling bag and looking around with a condescending curiosity. It was clear that the town did not impress the pedestrian in the artistic cap.
He saw a dozen or so blue, yellow and pink-and-white bell towers; the balding American gold of the church cupolas jumped out at him.A flag snapped above an official building.
At the white gates of the tower of the provincial Kremlin, two severe old ladies were speaking in French, complaining about Soviet rule and reminiscing about their favorite daughters. A cold draft carried a vinous smell up from a church basement. Apparently that was where they kept the potatoes.
“Church of the potato Savior” said the pedestrian quietly.
Walking past a plywood arch with the freshly whitewashed slogan: “Greetings to the Fifth Regional Women and Girls’ Conference”, he found himself at the mouth of a long alley named Young Talents Boulevard.
“No,” he said with some disappointment, “This is not Rio de Janeiro, this is much worse.”
Single girls with open books in their hands were sitting on almost every bench along Young Talents Boulevard. Spotted shadows fell on the pages of the books, on the girls’ bare elbows, and on their touching bangs. There was a noticeable stir on the benches when the visitor entered the cool alley. The girls, hiding behind books by Gladkov[2], Eliza Ozheshko[3] and Seifullina[4], darted bashful glances at the visitor. He strode past the agitated readers with a parade-like step and headed towards his destination - the ispolkom[5] building.
Right then a coachman rode out from behind a corner. A man in a long-tailed peasant shirt was walking rapidly alongside him, holding on to the dusty, encrusted side of the carriage and waving a bulging folder with the word Musique stenciled on its side. He was heatedly explaining something to a man sitting in the carriage.The passenger, an elderly man whose nose hung like a banana, was holding a suitcase squeezed between his legs and shaking his fist from time to time at his interlocutor, thumb protruding outwards in a vulgar gesture. His engineer’s cap, its band shimmering with green upholsterer’s velvet, had tilted to one side in the heat of the argument. Both sides in this tug of war spoke the word “compensation” loudly and repeatedly. Soon other words became audible as well.
“You will answer for this, comrade Talmudovski!” yelled the man with the long shirttails, pushing the engineer’s fist away from his face.
“I’m telling you that not a single decent specialist would work for you under those conditions,” answered Talmudovski, trying to return his fist to its earlier position.
“Are you still going on about the compensation? I’m going to have to bring you up for extortion!”
“Screw the compensation! I’ll work for free!” yelled the engineer, tracing all manner of curves with his fist in his agitation. “I could retire altogether if I wanted to. Get out of here with your serfdom. You go on all over the place in print about ‘freedom, equality and brotherhood’, but you want to make me work in that rat hole.”
Here Talmudovski the engineer quickly opened his fist and began enumerating on his fingers:
“The rat hole apartment, the compensation, no theater... Coachman!
Take me to the train station!”
“Whoa!” squealed the long-tailed man, running fussily ahead to grab the horse by its bridle. “As secretary of the engineering and technical section... Kondrat Ivanovich! You’ll be leaving the factory without any specialists... for God’s sake... society won’t stand for this, engineer Talmudovski... I have a resolution here in my briefcase”
Spreading his legs apart, the section secretary began to rapidly untie the ribbons on the folder marked Musique.
This bit of carelessness decided the argument.
Seeing that the way was clear, Talmudovski stood up and yelled “To the railroad station!” at the top of his lungs.
“Where? Where?” stammered the secretary, trying to keep up. “You — you’re a deserter from the labor front!”
Sheets of onionskin paper with some kind of ‘whereas – therefore’ written on them flew out of the folder marked Musique.
Having observed this incident with interest, the visitor stood for a minute on the now abandoned square and then said in a tone of conviction:
“No, this is not Rio de Janeiro.”

----> MORE HERE

Saulo Batista Jansen completaria 32 anos amanhã.

-----> sobre o que aconteceu aqui e aqui
Abaixo, dois emails que circularam hoje no Pedal Noturno DF, já chamando para uma manifestação pela paz dia 11, quarta, às 20 horas, no Bendito Suco, local da tragédia. Que não seja o único protesto pacífico. Que não promova o medo, mas a compreensão e a ação pela paz. Só discordo que tenha sido uma fatalidade. É mais uma estatística da violência no mundo (antes fosse um problema só do Brasil e de Brasília), que faz de todos vítimas e vilões: ciclista, motorista, pedestre, consumidor, polícia, ladrão, governo. Pra quem não conhece a cidade: o Bendito Suco, na 413 norte, é um dos cantinhos mais zen, do bem. Na capital dos carros é o refúgio dos ciclistas. 


" Galera,
A violência está mais perto do que pensamos e tomou proporções maiores do que imaginamos e não podemos mais ficar apenas torcendo, rezando para que não nos atinja pessoalmente, pois vem atingindo a cada dia e ontem não foi diferente. Ontem mais um ciclista perdeu a vida, deixando sua família e amigos. Como qualquer um de nós, havia terminado o seu pedal e foi fazer um "social", como costumamos fazer e não voltou para casa. Ontem os nossos amigos do Bendito Suco sofreram uma violência terrível num espaço que sempre inspirou a paz. Lá nos sentimos em casa e somos recebidos com os braços abertos e com muito carinho. Os nossos amigos estão em luto e convidam para um ato em homenagem ao Saulo e também para pedir mais segurança, não somente para os ciclistas, mas para toda a comunidade brasiliense.
Data: próxima quarta feira, dia 11.
Local: Bendito Suco - 413 Norte
Horário: 20 horas

Contamos com a presença de ciclistas e da comunidade. Vamos jogar esse convite nas redes sociais, vamos mobilizar a comunidade e jornalistas.
Abs, Coordenação do Pedal Noturno DF

 www.PedalNoturnoDF.com.br  "


" É com grande pesar que comunicamos o falecimento de mais um ciclista em Brasília. Saulo Batista Jansen completaria 32 anos amanhã. Foi uma fatalidade. Ele tinha feito seu pedal e ainda com sua bike foi se encontrar com sua família (esposa e filho de cinco meses) e amigos no Bendito Suco da Asa Norte, onde ocorreu um assalto e Saulo foi atingido por uma bala perdidaEstamos tristes pelo Saulo e nos solidarizamos com a sua família e também, com a família Bendito Suco, parceiros e amigos dos ciclistas, que estão transtornados com tamanha violência num espaço que sempre inspirou a paz. O Pedal Noturno esteve lá na ultima quinta feira visitando os nossos queridos amigos, chegamos de surpresa e como sempre fomos recebidos com muito carinho e em minutos estávamos tomando o maravilhoso suco “Pedal Noturno”. Como sempre, nos sentimos em casa e ao final saímos combinando um super pedal para os próximos dias, como muita festa. Os nossos amigos estão de luto e desejam nos próximos dias promover não mais uma festa, mas um ato de paz em homenagem ao Saulo e para pedir mais segurança, para ciclistas e para toda a comunidade brasiliense. Estamos organizando o encontro para a próxima semana e contamos com a presença de ciclistas e da comunidade.
Abs, Kátia
Pedal Nortuno DF

As 10 melhores cidades do mundo para caminhar. Não, Brasília não está na lista.


da revista Viaje Aqui 
Que tal dar uma voltinha? Clique aqui e confira a seleção dos paraisos para pedestres.  Uma das cidades mencionadas é Florença (Firenze).


Florença, Itália - A pequena Florença, como outras famosas regiões italianas, é o que muitos chamam de cidade do bem viver, lugar onde a vida acontece num tempo próprio, longe da loucura e do corre-corre dos grandes centros urbanos. Soma-se a isso o fato de que em muitas ruas por lá não é permitido o fluxo de carro, ou quando liberados, os quatro-rodas nem sempre cabem no estreito espaço entre as calçadas, sempre abarrotadas de turistas e gente local. Na foto acima, a região próxima ao Palazzo Vecchio
Motoristas distraídos, ônibus lotados, calçadas pequenas e insuficientes, ruas mal iluminadas à noite...a lista de “pedras” no meio do caminho de quem vive nos grandes centros urbanos costuma desanimar até os mais entusiastas do estilo de vidaecofriendly. Quantas vezes você já não pensou em como seria bom ir e vir a pé do trabalho, do cursinho de língua, ou do shopping no final de semana? Há cidades onde isso é possível, com ruas que convidam à realização das mais variadas atividades do cotidiano, tudo usando apenas os pés - uma super máquina de transporte ecológica que não emite um grama sequer de CO2. Prova disso é a lista do guiaFrommer´s das Melhores Cidades do Mundo Para Caminhar(no inglês, “The World´s Most Walkable Cities”). Em comum, elas conservam paisagens belíssimas, recheadas de áreas verdes, ar limpo, parques estoenteantes e acredite, moradores mais alegres - segundo estudos do centro americano Walk Score, cidades que propiciam um bom trânsito público deixam as pessoas mais felizes. 

A pé na rodoviária.


Ato e debate sobre o novo código florestal e a lei geral da copa ontem na rodoviária de Brasília!